Desempenho do e-commerce no Brasil segundo o eMarketer
Este ano, a Economist Intelligence Unit prevê que o PIB do Brasil vai aumentar 3,3%, em comparação com 1,3% de crescimento nos EUA. Além disso, a empresa estima que o consumo privado vai aumentar 4,4%.
A crescente onda está beneficiando o comércio eletrônico. A consultoria eMarketer estima, para o Brasil, que o e-commerce B2C, incluindo comércio eletrônico de varejo e vendas de viagens online, totalizarão US$ 18,7 bilhões em 2012, crescimento de 21,9% sobre o ano anterior.

O Brasil será responsável por mais da metade do total de vendas de comércio eletrônico B2C na América Latina até 2013, graças em grande parte à sua população enorme e crescente número de compradores online.
Em outubro de 2011, a previsão do eMarketer era que 34% dos usuários de internet no Brasil, ou 23,2 milhões de pessoas, iria fazer uma compra online em 2012.
Em 2015, 39,% dos usuários de internet, ou 31,6 milhões de pessoas, terá feito pelo menos uma compra on-line, impulsionando as vendas de 26,9 bilhões dólares naquele ano.

A diversificação dos meios de pagamento está contribuindo para o sucesso do comércio eletrônico no Brasil. Um relatório de junho 2011 emitido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.BR) descobriu que os cartões de crédito continuam sendo o meio mais popular de pagamento online, usado por 63% dos compradores em 2010, mas os meios de pagamento off-line são cada vez mais comum. O estudo anual demonstrou que 37% dos compradores on-line em 2010 usaram “boletos bancários”, sendo que em 2009 foram 31%
Uma das maiores barreiras ao comércio eletrônico no Brasil é a segurança online, mas o sentimento do consumidor está mudando. De acordo com uma pesquisa, publicada em agosto 2011 pelo e-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (24ªedição do relatório WebShoppers), mais de 70% dos usuários de internet entrevistados sentiam que a segurança havia melhorado nos últimos dois anos.
Dentre os consumidores britânicos que compraram pela internet através de tablets no Natal, a maioria optou por utilizar navegadores ao invés de aplicativos, segundo um estudo apresentado em janeiro de 2012 pela Zmags. Dados do estudo mostram que enquanto os varejistas investem pesado na criação de aplicativos de m-commerce, apenas 4% dos compradores utilizam apps para fazer compras por meio de tablets ou smartphones.

Mesmo com a infinidade de ferramentas de marketing para o relacionamento com o cliente que surgem periodicamente, o uso do e-mail marketing segue forte (e eficiente) no mercado – apenas quando bem empregado pelas empresas, é claro. Fora as diversas técnicas constantemente debatidas para a profissionalização da mensagem eletrônica, como manter a relevância, a personalização do conteúdo pode trazer muitos resultados positivos.
