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PhotoVine do Google ganha site teaser

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"plante" uma foto, assista-a crescer

O novo sistema de compartilhamento de fotos do Google ganha site na web apesar de seu aplicativo para celulares ainda não ter sido lançado. O site photovine.com, atualmente possui uma imagem de um gadget - curiosamente, o dispositivo na imagem é um iPhone e não um Android – com uma breve descrição e promessa do produto : “Photovine é uma maneira divertida de saber mais sobre seus amigos, conhecer novas pessoas e compartilhar o seu mundo como nunca antes. ”

O site também contém uma Política de Privacidade que diz: “Photovine é oferecido por Slide (parte do Google Inc)”, bem como uma página de suporte que explica alguns detalhes sobre o projeto.

“Photovine é uma comunidade que está sobre a criação de coleções divertidas e originais de fotografias que chamamos de vinhas” a página de suporte, diz, explicando que a videira é “como uma família sempre crescente de fotos conectadas através de uma legenda comum criada por você, seus amigos, e pessoas de todo o mundo”. O Google também deixa claro que não tolerará qualquer tipo de  fotos. ”Como regra geral, se você não gostaria que sua família a visse (a foto), você provavelmente não a deveria ter postado”, diz a página de suporte.

Neste ponto não está claro se esse projeto está ligado a recém-lançada rede social, Google +, pois parece ser um produto independente. O PhotoVine é parte da estratégia do gigante da web para manter-se no posto, abalado com o aparecimento do Facebook e do Bing.

Mais no site Business Insider.

Google cai, mas se mantém a principal ferramenta de busca do país

Segundo o  Hitwise, um serviço líder global da Serasa Experian para inteligência digital, o Google Brasil teve 89,45% de market share de buscas entre os buscadores no período de 12 semanas terminadas em 28 de maio de 2011. Em comparação ao período correspondente do ano passado terminado em 29 de maio de 2010, o buscador perdeu 5,29% de participação na categoria. Já na comparação com a última medição, período de 12 semanas terminadas em 30 de abril de 2011, quando o buscador tinha 90,73% da preferência dos usuários de internet, a perda de market share de visitas foi de 1,41%.

O Bing, por sua vez, cresceu mais de 269,08% nos últimos 12 meses, saindo de 1,52% em 29 de maio de 2010 para 5,61% na medição atual. Em relação ao trimestre terminado em 30 de abril de 2011, houve um crescimento de 11,09%.

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As buscas contendo três palavras foram 20,67% do total daquelas realizadas no trimestre terminado em 28 de maio de 2011, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 19,98%, e uma palavra, 19,74%. As buscas contendo quatro palavras somaram 13,63% do total, enquanto aquelas contendo cinco palavras totalizaram 10,18%. Três palavras montrou-se ser o ideal para aumentar as taxas de sucesso em buscas.

Google continua líder entre os buscadores do Brasil, mas Bing e UOL apresentam crescimento

Segundo relatório do Hitwise, serviço da Serasa Experian para marketing digital,  o Google Brasil respondeu por 92,15% de todas as buscas realizadas nas 12 semanas anteriores a 29 de janeiro de 2011. O buscador Bing ocupou o segundo lugar, com 3,67%, alta de 2.32%, na comparação anterior, em que ocupava o terceiro lugar.

Entre os Top 10 buscadores mais usados pelos internautas brasileiros estão o Google.com, em terceira posição com 2,06%; seguido pelo Google Portugal, com 0,94%; o Yahoo! Brasil, com 0,62%; o buscador do UOL, com 0,23%; Ask.com, com 0,14%; Yahoo.com, com 0,077%; o Google Espanha, com 0,026% e o Google Reino Unido, com 0,016%.

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Além da procura,  Hitwise também informou as taxas de sucesso dos buscadores, isto é, a porcentagem de usuários que entra em sites após procurá-lo no site de busca. O Buscador UOL e o Bing obtiveram as duas mais altas taxas de sucesso dos top 10 buscadores no período de 12 semana terminado em 29 de janeiro de 2011, 88,68% e 84,64% respectivamente. Isto significa que para ambos os mecanismos de busca, mais de 80% das buscas executadas resultaram em visita a um site. O Yahoo.com atingiu 80,34%, seguido do Yahoo! Brasil, com 79,22%. O Google Brasil ficou com 72,89% de taxa de sucesso.

Os dados brasileiros indicaram que a maior parte das buscas convertidas em visita se concentraram em duas ou três palavras, exceto no Bing, lá quase metade das buscas se concluem com apenas uma palavra-chave.

É de se esperar que com esta taxa de sucesso e a facilidade em buscar sites no Bing, que este apresente um futuro mais competitivo no mercado brasileiro de buscas no longo prazo, como afirmou Juliano Marcílio, presidente da Unidade de Marketing Services da Serasa Experian para América Latina e executivo responsável pela pesquisa do Hitwise.

Buscas com três palavras são maioria

As buscas contendo três palavras foram 21,45% do total daquelas realizadas no trimestre terminado em 29 de janeiro de 2010, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 20,84%, e uma palavra, 19,58%. As buscas contendo quatro palavras somaram 13,60% do total, enquanto aquelas contendo cinco palavras totalizaram 9,92%.

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Esta pesquisa pode ajudar a orientar os profissionais na hora de as palavras-chave de seus sites e blogs e mostrar que há novas opções para anunciar fora do Google.

Sites de notícias no Brasil recebem 34% do seu tráfego pelo Google

Em pesquisa recente da Hitwise (Serasa Experian), vemos que o Google gera atualmente 33,86% do tráfego dos sites de notícias no Brasil, confirmando seu potencial na geração de visitas a esses portais e mostrando o tamanho do problema se as organizações de mídia confirmarem a intenção de retirar seu conteúdo do famoso buscador, colocando a audiência em risco.

O que minimiza esse impacto é a constatação que 65% das buscas realizadas são do nome das marcas e endereços dos sites, nos Estados Unidos a situação é semelhante e mostra que 62% das buscas são palavras ligadas à marca ou ao seu endereço na web (como “Wall Street Journal” ou “wsj.com”).

Percentual do Volume de tráfego recebido por sites de “Notícias e Mídia” gerados por sites de “Redes Sociais”

Volume de tráfego recebido por sites de “Notícias e Mídia” gerados por “Redes Sociais”

O mesmo estudo comprova também a ascensão das mídias sociais que passam a ser relevantes como geradoras de tráfego para a indústria de notícias. Nos últimos 7 meses o volume gerado pelas mídias sociais aos sites de notícias cresceu 17,48%, percentual esse que ficou inalterado para o tráfego gerado pelos sites de busca como Google, Yahoo e Bing.

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