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Quase 60% dos consumidores online pretendem gastar mais em 2012

O levantamento The State of Online Shopping 2012, realizado nos EUA, aponta também que o frete grátis atrai mais do que qualquer tipo de desconto.

Conduzida pela SteelHouse, a pesquisa The State of Online Shopping 2012 entrevistou 300 consumidores dos EUA para determinar a sua atitude em relação a compras on-line durante o ano de 2012. No geral, os consumidores parecem mais esperançosos com a economia dos EUA, com 49% alegando estarem otimistas em 2012. Já 24% dos entrevistados disseram estar menos otimistas sobre a economia e 28% não possuem nenhuma mudança em sua percepção. Como 58% dos entrevistados disseram que vão gastar mais dinheiro on-line em 2012, os varejistas devem se preparar para um aumento nas vendas pela internet.

“Com a popularização dos dispositivos móveis, os consumidores passam cada vez mais tempo conectados e dispostos a comprar. A internet facilita as pesquisas de preços, sendo um ponto obrigatório para quem quer pagar menos”, afirmaPedro Eugênio, CEO do Portal Busca Descontos, site que reúne cupons de descontos dos principais varejistas do Brasil e foi o responsável por trazer os conceitos da Black Friday e do Boxing Day ao e-commerce do país.

A pesquisa The State of Online Shopping 2012 mostra uma tendência ascendente em direção a gastar mais tempo e dinheiro em compras pela internet. Consumidores planejam adquirir as últimas tecnologias móveis, utilizando estes dispositivos cada vez mais populares para melhorarem sua experiência de compra online e aumentarem seus gastos.

Frete grátis é a oferta preferida pelos consumidores

Ao serem questionados sobre qual tipo de oferta influenciaria mais a realizar uma compra online, 18% optaram pelo frete-grátis; 13% por descontos oferecidos enquanto estão comprando; 11% por descontos em produtos que haviam procurado no passado e também 11% por liquidações. (Veja gráfico completo abaixo)

Frete gratis é o desconto preferido

52% dos usuários de Tablets pretendem gastar mais em 2012

As compras por meio de Tablets continuam a crescer. Cerca de 52% dos entrevistados que possuem tablets disseram que vão fazer mais compras online em 2012, e 46% disseram que vão comprar a mesma quantidade do ano passado. Ao todo, 98% dos portadores de tablets pretendem realizar compras online este ano.

Em comparação, as compras por celular parecem ter tido um crescimento um pouco mais lento em 2012. Apenas 37% dos entrevistados disseram que comprarão mais esse ano com seus smartphones. Já 56%, responderam que irão comprar com a mesma freqüência de 2011.

Eletrônicos no topo da lista de compras

Os eletrônicos são os produtos mais desejados pelos consumidores americanos em 2012. 44% dos entrevistados revelaram que pretendem gastar mais com esses itens. Gastos com vestuário e eletrodomésticos também podem subir, já que mais de 30% dos e-consumidores planejam gastar mais com essas categorias em 2012.

49% dos compradores sentem-se mais otimistas sobre a economia dos EUA em 2012

A maioria dos compradores sente-se otimista com a economia dos EUA em 2012 e planeja fazer mais compras on-line este ano. 58% dos entrevistados pretendem gastar mais dinheiro on-line e 38% planejam gastar o mesmo que em 2011. Uma boa notícia para os varejistas do e-commerce.

Desempenho do e-commerce no Brasil segundo o eMarketer

Este ano, a Economist Intelligence Unit prevê que o PIB do Brasil vai aumentar 3,3%, em comparação com 1,3% de crescimento nos EUA. Além disso, a empresa estima que o consumo privado vai aumentar 4,4%.

A crescente onda está beneficiando o comércio eletrônico. A consultoria eMarketer estima, para o Brasil, que o e-commerce B2C, incluindo comércio eletrônico de varejo e vendas de viagens online, totalizarão US$ 18,7 bilhões em 2012, crescimento de 21,9% sobre o ano anterior.

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O Brasil será responsável por mais da metade do total de vendas de comércio eletrônico B2C na América Latina até 2013, graças em grande parte à sua população enorme e crescente número de compradores online.

Em outubro de 2011, a previsão do eMarketer era que 34% dos usuários de internet no Brasil, ou 23,2 milhões de pessoas, iria fazer uma compra online em 2012.

Em 2015, 39,% dos usuários de internet, ou 31,6 milhões de pessoas, terá feito pelo menos uma compra on-line, impulsionando as vendas de 26,9 bilhões dólares naquele ano.

online buyers in brazil

A diversificação dos meios de pagamento está contribuindo para o sucesso do comércio eletrônico no Brasil. Um relatório de junho 2011 emitido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.BR) descobriu que os cartões de crédito continuam sendo o meio mais popular de pagamento online, usado por 63% dos compradores em 2010, mas os meios de pagamento off-line são cada vez mais comum. O estudo anual demonstrou que 37% dos compradores on-line em 2010 usaram “boletos bancários”, sendo que em 2009 foram 31%

Uma das maiores barreiras ao comércio eletrônico no Brasil é a segurança online, mas o sentimento do consumidor está mudando. De acordo com uma pesquisa, publicada em agosto 2011 pelo e-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (24ªedição do relatório WebShoppers), mais de 70% dos usuários de internet entrevistados sentiam que a segurança havia melhorado nos últimos dois anos.

M-Consumidores preferem sites ao invés de aplicativos

mobile-commerceDentre os consumidores britânicos que compraram pela internet através de tablets no Natal, a maioria optou por utilizar navegadores ao invés de aplicativos, segundo um estudo apresentado em janeiro de 2012 pela Zmags.  Dados do estudo mostram que enquanto os varejistas investem pesado na criação de aplicativos de m-commerce, apenas 4% dos compradores utilizam apps para fazer compras por meio de tablets ou smartphones.

“Os resultados da pesquisa tornam claro que os aplicativos, por si só, não estão atendendo às necessidades dos  consumidores ao navegarem e comprarem em sites móveis” explica W. Sean Ford, CMO e COO da Zmag.

Ford acrescenta que há grandes oportunidades a serem exploradas na criação de uma experiência de compra consistente em sites de mobile commerce, o que de fato é uma tarefa difícil em aplicativos.

O estudo também mostra que 87% dos usuários de tablets fizeram uso de tal dispositivo para realizar ao menos uma compra no Natal, enquanto o gasto médio foi de 325 dólares. Além disso, mais da metade dos inquiridos afirmam que realizaram consultas de produtos online enquanto estavam em estabelecimentos comerciais físicos.

A plataforma eCShop da eComm já vem com templates otimizados para iPhone, iPod touch, iPad e Android. Você já viu a nossa loja modelo/demonstração?  Clique aqui para acessar o site, ou utilize a imagem abaixo com um leitor QR code para acessar de seu celular ou tablet e testar a plataforma.

Veja a loja eCShop em seu tablet/smartphone

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Recordando os 5 pilares do e-commerce

Todo bom planejamento precisa de uma boa estruturação. Sem isso, o planejamento tende a ficar com brechas e o que foi previsto pelo profissional de planejamento estratégico digital pode não sair da forma que deveria sair. Por isso, um bom planejamento é muito, mas muito bem analisado antes de ser apresentado ao cliente e mais analisado ainda antes de ir para o ar.

A palavra pilares pode parecer antiga, remete as vezes às construções gregas, mas ela pode também ajudar o seu planejamento para evitar brechas. Se uma construção tiver uma simples brecha pode comprometer toda a estrutura e o prédio cair por não aguentar o peso. O engenheiro planeja e calcula os milímetros para que esses não virem as brechas. Os planners devem ir nesse aprofundamento, que confesso, nem sempre é tão simples ou possível.

Quando falamos em vendas, as brechas podem representar um prejuízo enorme a marca. O caso da FNAC, por exemplo, só não causou um prejuízo de milhões porque eles agiram rápido e a legislação brasileira foi a favor – acertadamente na minha opinião – da marca. Para quem não se lembra, por algumas horas e graças a um problema de programação, as pessoas poderiam comprar notebooks por R$ 1,00.

Por isso, quando se vai fazer um planejamento, analise bem alguns pilares para a sua construção de marca, construção de comunicação e construção de estratégia. Não tenha brechas e assim seja um grande sucesso para o e-commerce. Sucesso = vendas. Então, como planejar para uma loja vender? Aliás, vender bem!

Bons Produtos

O que você vende agrada a maioria ou a minoria? Se agrada a maioria, você por exemplo vende TV LCD, pode se pensar em altas vendas/lucros. Se você vende capas de acrílico do Japão para iPhones 4G branco, é um produto de nicho onde você pode se destacar, mas grandes lucros, fortunas serão difíceis de serem feitas.

Encontrabilidade

Seu usuário chegou à loja. Pode ser via Google, acesso direto, e-mail marketing, redes sociais. Não importa (nesse momento), o usuário chegou a loja e precisa encontrar o produto desejado. Não ache que o campo de busca será o suficiente. A usabilidade do site é essencial.

Atendimento

É fundamental atender, e bem, o seu cliente. Por mais que a sua empresa seja um mega varejista online, como a Casas Bahia por exemplo, é preciso sanar as dúvidas dos clientes. Uma dúvida sanada pode ser o passo final para uma compra; um atendimento bem feito pode gerar menções positivas nas redes.

Marketing Digital

Só é lembrando quem é visto. Não pensamos em Coca-Cola sempre que falam a palavra refrigerante à toa. Pensamos porque a marca investe – e muito – na mídia para aparecer. No e-commerce não tem segredo: é preciso aparecer. Sugiro começar com Buscapé e Links Patrocinados, pois são os canais que o e-consumidor vai antes de fazer qualquer pesquisa de produtos. Depois utilize banners, e-mail marketing para um canal mais direto com seus e-consumidores.

Logística

Entregue o produto. E no prazo! Simples assim. O consumidor pode esperar de 1h a 180 dias por um produto, desde que isso esteja estampado no site: “Para a cidade X (ou essa mensagem pode aparecer depois que o usuário calcular o frete) o produto demora de 2 a 3 dias úteis”. O usuário espera, mas se demorar 4 a 5 dias, perde-se a confiança. Confiança é tudo em um e-commerce e é esse o fator que fará a pessoa voltar ou não a uma loja online.

Brasil deverá ser 4 maior mercado para o e-commerce em 2015

O Brasil deverá ser o quarto maior do mercado mundial de e-commerce em 2015. Atualmente o País ocupa o sexto lugar e deverá subir, ajudado pela crise mundial, que fará com que Estados Unidos e nações europeias mudem de posição nos próximos quatro anos.

Brasil, avançando no e-commerce

Brasil, avançando no e-commerce

A melhoria do desempenho do Brasil em e-commerce é uma projeção do T-Index 2015, índice estatístico que indica a participação das vendas online de cada país no mercado mundial, associando a população na internet ao PIB per capita estimado.

No estudo, o Brasil aparece atualmente em sétimo lugar entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.

Segundo a projeção T-Index 2015, os Estados que hoje é primeiro colocado em vendas virtuais com participação de 24,4%, será desbancado nos próximos quatro anos pela China.

O mercado chinês tem atualmente tem uma fatia de 11,5% do e-commerce mundial, mas em 2015 será responsável por 18,8% dos negócios na web, enquanto a fatia dos os EUA será reduzida para 16,8%.

O Japão permanecerá no terceiro posto, porém apresentará uma queda, passando de uma participação de 6,6% em 2011 para 4,9% em 2015.

Já o Brasil, que aparece atualmente no estudo em sexto lugar com participação de 3% aumentará sua fatia para 4,3% e também subirá no ranking. As previsões do T-Index 2015 aponta que o mercado brasileiro ocupará a quarta posição em quatro anos, com a queda dos EUA, Alemanha e Reino Unido.

A Rússia deve subir da oitava para a sexta posição com uma variação de mais 27,5%. A França desce um lugar, com uma variação negativa de 2,9%.

O Reino Unido passa do quinto para o oitavo lugar com uma variação da participação de mercado de 27% relativamente a 2011.

A Coreia do Sul permanece estável no nono lugar, mas seu market share cairá para 12%. A surpresa pode ser a entrada do México no top 10, ultrapassando a Itália que terá uma variação negativa da sua quota de mercado em 2015 de 43,4% relativamente a 2011.

Entre os países emergentes de maior crescimento figuram a China (+63,4%), Brasil (+43,3%), Rússia (+27,5%), Índia (+26,6%), Indonésia (+20,8%) e a Turquia (+20%).

O cálculo da projeção supõe uma tendência de crescimento linear do e-commerce para todos os países. Se a China mantiver a taxa de aumento que apresentou desde 2005 até 2009, pode superar os Estados Unidos em 2015.

No entanto, confrontando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, a tendência da China parece sofrer uma leve queda que pode influenciar a projeção para 2015.

Comércio online confirma previsão de vendas no período do Natal

comercioon

eCommerce

Na avaliação do e-bit o natal trouxe bons frutos para o setor em 2010.

“Mais uma vez notamos uma franca evolução do e-commerce no natal. Essa data é uma grande aliada para o setor, contribuindo com grande fatia do faturamento. Por essa razão, em 2010 exaltamos o melhor natal de todos os tempos no comércio eletrônico”, declara o executivo Pedro Guasti do e-bit.

A categoria campeã de vendas foi eletrodomésticos, seguida por informática, saúde/beleza e medicamentos.

Também em destaque, Livros e eletrônicos completam o ranking de volume de pedidos para o período.

O tíquete médio foi de R$ 370,00 e o pico das vendas natalinas se deu em 14 de dezembro, quando foram realizados mais de 224 mil pedidos.

Nossa dica para os varejistas on-line, é simples. Aproveitem o bom momento do mercado e se preparem com foco no planejamento das ações, no atendimento e logística, sem se esquecer de interagir com os consumidores em todas mídias possíveis, transformando esse contato em um ativo de relacionamento.


Por que o planejamento no e-commerce é fundamental ?

A participação do mercado varejista no mundo virtual, tem aumentado significativamente nos últimos anos e  a maior fatia desta participação é no e-commerce. Os varejistas são atraídos pela quantidade imensa de recursos, que a internet pode oferecer quando o assunto é a venda on-line.

Planejar, Executar, Controlar e (Re) Agir

Planejar, Executar, Controlar e (Re) Agir

Mas, como em todo negócio, seja ele uma loja física ou uma loja virtual, um planejamento equivocado ou até a ausência de um, pode decretar o fim precoce de uma operação. No e-commerce, esta é uma linha muito tênue, porém, nem sempre é levada a sério na hora de iniciar as operações na internet.

Vejam alguns dos erros mais comuns, na hora de iniciar as operações de e-commerce:

  • A visão geral do e-commerce, como uma estrutra de baixíssimo custo e fácil operação;
  • Investimento baixo ou nenhum (em alguns casos – OpenSources) em plataformas de e-commerce de baixa tecnologia e segurança;
  • Falta de plano de Marketing, realizado por profissionais especializados, de empresas qualificadas, sendo trocados pelo “faça você mesmo”;
  • Falta de estudo de mercado e pesquisas de viabilidade de vendas pela internet. Afinal, o produto vai vender ou não pela internet? Quem são os meus concorrentes? O que eles estão fazendo para divulgar seus produtos?
  • A falta de um canal de atendimento exclusivo para atender o usuário do e-commerce, o que acaba gerando insatisfação e a difícil fidelização do cliente.

Portanto, ao iniciar suas operações de venda na Internet, procure, mesmo que seja apenas para uma consultoria, pessoas experientes no mercado. A velocidade com que as inovações chegam na Web é muito rápida. Por isso é necessário ter profissionais qualificados ou contratar uma empresa experiente, com estratégias para acompanhar sempre de perto o seu target e constantemente atualizar seu plano de Marketing.

10 operações de eCommerce mais acessadas no Brasil.

Em recente pesquisa, a Serasa Experian apresentou as operações de vendas online mais acessadas pelos brasileiros, onde se nota a força da nova empresa de varejo surgida da fusão/aquisição envolvendo Pão de Açúcar, Ponto Frio e Casas Bahia, que juntas passam a ser um concorrente de peso para a operação da B2W (Americanas.com e Submarino).

O novo grupo varejista atinge 22,25% das visitas do setor, ao passo que a operação conjunta de Americanas.com e Submarino representava 41,81% do volume trafegado na primeira semana de Dezembro/09.

VISITAS ECOMMERCE - Brasil DEZ/09

O risco para a B2W não vem somente da fusão dos concorrentes, mas também da constatação que a taxa de crescimento em visitas da B2W entre abril/09 para cá foi de 11,5% ao passo que as redes Casas Bahia, Extra e Ponto Frio tiveram no mesmo período um crescimento de visitas da ordem de 70,5%.

Destaque também para a Magazine Luiza, que se consolida como uma das maiores operações de ecommerce do Brasil com 8,87% das visitas do setor na primeira semana de Dezembro/09.

Fonte : Serasa Experian

Nova loja virtual World Tennis

Mais um novo projeto se concretiza, acabamos de lançar a nova loja virtual da World Tennis, que além da cara nova agrega várias novas funcionalidades de gestão, CRM e Marketing Digital.

Com a nova solução a vida de quem administra as vendas no site ficou mais fácil, permitindo a integração com as formas de pagamentos mais utilizadas, o controle de estoque e uma série de funções de relacionamento e fidelização que permite a geração de cupons de desconto e vale presentes. Além disso, apresenta relatórios diversos com os principais clientes, histórico de visitação, produtos mais populares, mais vendidos e índice de conversão de pedidos no site.

Home World Tennis

Home World Tennis

Para os consumidores, é possível acompanhar o status do pedido em cada etapa do seu processamento, bem como informar endereços distintos de faturamento e entrega.

A WorldTennis aproveitou todas ferramentas da aplicação, com o objetivo de atender melhor os clientes e otimizar as vendas do canal WEB, tudo isso privilegiando tanto o design quanto a facilidade para o internauta localizar os produtos e comprar de forma simples e descomplicada.

O resultado pode ser conferido em www.worldtennis.com.br.

Resultados do e-commerce surpreendem

e-commerce1Não é novidade que as vendas online tem crescido respeitavelmente a cada ano, na mais recente pesquisa da Ebit, com dados do primeiro semestre de 2009, verificamos expressivo crescimento com faturamento de R$ 4,8 bi, contra R$ 3,8 bi do mesmo período no ano passado.

Destaque também para o valor do ticket médio, que chegou a R$ 323,00 por compra. Tal fator é relacionado ao fato de que aumentou o número de vendas de produtos com valor agregado, como eletrodomésticos e artigos de informática. O ranking das categorias favoritas, comprova isso com Revistas, Livros e Assinaturas em 1º lugar, seguido da categoria de Saúde, Beleza e Medicamentos, e em 3º lugar – Informática.

Com o mercado tendo resultados positivos, pequenas e grandes empresas que inauguraram seus serviços online recentemente, têm conseguido conquistar suas fatias no mercado.

Para o final de 2009, espera-se que o faturamento atinja a casa dos 10,5 bilhões de reais, já que o 2º semestre promete ser ainda melhor com base nas datas comemorativas, incluindo o Natal – época em que há o maior índice de compras do ano.

Outro dado que deve ser levado em conta é o número de consumidores brasileiros que estão satisfeitos com o comércio online: 86%, mostrando que cada vez mais consumidores estão confiando nas lojas virtuais.

Para mais informações, consulte as  matérias no site da e-bit – Empresa.

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