Tag: Marketing Digital

Onde está o cliente… Já procurou nas Redes Sociais ?

Em recente esudo sobre o uso da Internet no Brasil a Experian Hitwise, mostrou que em dezembro de 2011 os Sites de Redes Sociais e similares tiveram 19,38% do tráfego da rede mundial no país, representando um crescimento de 4% em relação ao mesmo período de 2010.Social_media_icon

Outras categorias campeãs de visitas em Dez/11 foram :

  • Ferramentas de Busca – 13,87%
  • Sites de e-mail – 6,75%
  • Páginas iniciais de Grandes Portais – 5,51%
  • Sites Adultos – 5,29%

Esses números refletem tanto o crescimento do Facebook que já passou o Orkut em visitas, com 33,60% do tráfego nas Redes Sociais, quanto o crescente volume acessos à categoria Redes Sociais como um todo.

Vale ressaltar que em outros países, tanto os sites de conteúdo adulto quanto as redes sociais têm menor participação relativa do que verificado no Brasil, evidenciando o grande potencial de ações de marketing digital que envolvam os internautas na busca de maior interação e principalmente engajamento dos clientes com produtos, serviços e marcas.

Após morte do Symbian, Nokia apresenta seu Windows Phone

Em Agosto/11 a Nokia havia anúnciado a morte do Symbian, e nessa Quarta (26/Nov) seu CEO Stephen Elop apresentou para o mundo seu primeiro aparelho equipado com o Windows Phone.

Nokia Windows Phone

Nokia Windows Phone

Com processador de 1,4 GHz e 16GB de memória, está disponível nas cores Preto, Azul e Magenta e mesmo parecido com o modelo Nokia N9, merece destaque com sua tela de 3,7 polegadas e botão integrado para filmes e fotos com as super lentes Carl Zeiss.

Os aparelhos Lumia 800 e o Lumia 710, vem equipados com o Windows Phone Mango, Internet Explorer 9.0 e o primeiro sistema de navegação por voz para o Windows Phone o Nokia Drive.

Alguns países vão receber a novidade em 2011, para o Brasil a previsão é que já no início de 2012 os aparelhos sejam comercializados mas ainda com preços indefinidos, na Europa, a versão básica vai chegar ao mercado por cerca de 400 Euros.

A notícia é boa, sendo a chance que os adeptos da Microsoft tanto aguardavam para ver o sistema no universo móvel, ficando a briga de mercado restrita entre Google, Microsoft e Apple, onde nós consumidores temos tudo para sermos os maiores beneficiados, com mais opções e serviços agregados em cada plataforma.

10 Anos da revolução iPod

Sim foram só 10 anos, e agora que o fenômeno da convergência fala mais alto, o iPhone e as famílias de Tablets são as novas estrelas, mas é inegável que o surgimento do iPod em 2001, apresentou apelos funcionais e emocionais revolucionários.

iPod para todos !

iPod para todos !

O design, a usabilidade e as potencialidades do aparelho provaram ser uma receita eficaz, que atraiu pessoas comuns e personalidades, tornando a novidade um parceiro nas horas de transito, viagens e diversão. Rapidamente todos queriam um iPod.

No Brasil durante um tempo os iPobres (MP3 Players genéricos de origem diversa), foram uma alternativa para quem queria gastar pouco, mas muito mais que o aparelho em sí, a experiência de uso tornou o iPod um êxito, pois a Apple fez que uma coisa complicada se tornasse simples, já que a compra, download e partilha de música se tornou corriqueira, em especial com a explosão do marketplace musical iTunes.

Creative, Sony, LG, Phillips, Samsung, SanDisk… Dezenas de marcas e modelos de leitores de Mp3 inundaram as lojas, mas ninguem conquistou o consumidor como o iPod, que de acordo com o último Keynote da Apple, detém 78 por cento do mercado.

Em 10 anos, venderam-se 300 milhões de iPods em todo o mundo, vale comparar com os bem sucedidos Walkmans da Sony que venderam em 30 anos 220 mil unidades.

O iPod foi o objeto de desejo que deu novo fôlego à cultura da marca, e de forma natural vem sendo substituído paulatinamente, por outros produtos da Apple, mas com seu surgimento as portas da inovação e da usabilidade foram abertas, mudando a cultura de consumo de produtos culturais digitais para sempre.

Palestra de Digital Marketing no IED

IED

IED

Nesse último dia 04/Out, estive no IED São Paulo (Instituto Europeo di Design) convidado pela especialista em Marketing, consultora da Cavalera e Professora da Pós Graduação Denise Bergamin.

A palestra foi interessante com o pessoal comentando os prós e contras das mídias sociais e seu impacto no mundo da moda e no relacionamento humano.

Outro item que despertou interesse, foi o conceito de PROSUMER, que coloca o consumidor moderno como participante efetivo da criação e concepção de produtos e serviços.

Os alunos do IED estão criando um projeto de Ecommerce para Beach Wear, com foco no mercado nacional e internacional, e foi possível trocarmos idéias sobre as dificuldades de um projeto como esse e como o Comércio Eletrônico tende a se transformar em commodity num futuro próximo.

Para fazer o download da apresentação – clique aqui.

Denise Bergamin (IED) e Luis Otávio Lopes (eComm)

Denise Bergamin (IED) e Luis Otávio Lopes (eComm)

Meetup Mashable na ESPM

Mídias Sociais

Mídias Sociais

A eComm esteve na última terça (27/07) na ESPM/SP em evento de 5º aniversário da Mashable, site que agrega um pouco de tudo que rola no mundo de Social Media, Tecnologia e Cultura da Internet.

O evento teve transmissão online e foi coberto pela MTV e pelo site ADifusora, o formato foi interessante com os convidados  Alexandre Formagio, Luciano Palma, Edney Souza, Marco Gomes e Gil Giardelli se apresentando e trocando idéias de forma bem livre com os participantes.

O destaque foi para o foco dado nas discussões ao potencial de marketing e negócios das mídias sociais, além das polêmicas sobre o papel do planejamento, relações públicas e agências na execução das campanhas que envolvam essas mídias.

Uma conclusão interessante foi sobre a forma ideal de mensuração de resultados nas mídias sociais, usando métricas que tenham foco maior tanto na relevância da comunicação gerada quanto relacionada aos participantes das redes online, em contraposição a visão quantitativa tradicional que privilegia o número de seguidores e page views de Blogs e sites.

O nível do debate foi ótimo, criando um panorama das melhores práticas e dos problemas enfrentados pelas empresas que já estão investindo em ações e campanhas no mundo das mídias sociais.

Dicas para um Blog Corporativo ter sucesso

É sabido que pequenas e médias empresas com blog corporativo tem um fluxo de visitas em seus sites bastante  superior a empresas com as mesmas caracteírticas sem blog. Mesmo assim  muitas empresas insistem em impor regras obsoletas em vez de se preocuparem em como melhorar o visual e navegabilidade de seu blog, gerar conteúdo diferenciado de qualidade que atraia mais seus leitores e obter melhores resultados.

 

O blog corporativo permite à empresa apresentar seus objetivos e idéias de maneira transparente, interagindo com seus leitores de maneira ativa, promovendo a troca de informações entre as partes.Blog

Para que seu blog corporativo seja bem sucedido existem vários fatores a serem observados dentre as quais podemos destacar:

- definir os temas a serem abordados que devem, é claro, estar relacionados ao tipo de negócio da empresa;

- escolher os escritores do blog e definir o fluxo para publicação dos posts;

- dar um tom pessoal para o blog;

- permitir que as pessoas comentem no blog, ela deve ser um meio de relacionamento da empresa com o público;

- integrar o blog com outras ferramentas de mídias sociais como: Twitter, Facebook, Orkut, YouTube,…

- promover o blog;

- acompanhar os resultados do blog e o desdobramento dos seus posts.

Por que o planejamento no e-commerce é fundamental ?

A participação do mercado varejista no mundo virtual, tem aumentado significativamente nos últimos anos e  a maior fatia desta participação é no e-commerce. Os varejistas são atraídos pela quantidade imensa de recursos, que a internet pode oferecer quando o assunto é a venda on-line.

Planejar, Executar, Controlar e (Re) Agir

Planejar, Executar, Controlar e (Re) Agir

Mas, como em todo negócio, seja ele uma loja física ou uma loja virtual, um planejamento equivocado ou até a ausência de um, pode decretar o fim precoce de uma operação. No e-commerce, esta é uma linha muito tênue, porém, nem sempre é levada a sério na hora de iniciar as operações na internet.

Vejam alguns dos erros mais comuns, na hora de iniciar as operações de e-commerce:

  • A visão geral do e-commerce, como uma estrutra de baixíssimo custo e fácil operação;
  • Investimento baixo ou nenhum (em alguns casos – OpenSources) em plataformas de e-commerce de baixa tecnologia e segurança;
  • Falta de plano de Marketing, realizado por profissionais especializados, de empresas qualificadas, sendo trocados pelo “faça você mesmo”;
  • Falta de estudo de mercado e pesquisas de viabilidade de vendas pela internet. Afinal, o produto vai vender ou não pela internet? Quem são os meus concorrentes? O que eles estão fazendo para divulgar seus produtos?
  • A falta de um canal de atendimento exclusivo para atender o usuário do e-commerce, o que acaba gerando insatisfação e a difícil fidelização do cliente.

Portanto, ao iniciar suas operações de venda na Internet, procure, mesmo que seja apenas para uma consultoria, pessoas experientes no mercado. A velocidade com que as inovações chegam na Web é muito rápida. Por isso é necessário ter profissionais qualificados ou contratar uma empresa experiente, com estratégias para acompanhar sempre de perto o seu target e constantemente atualizar seu plano de Marketing.

O Marketing “bombado” para o mundo online (Desmistificando as ROIDs)

ROIDs

ROIDs

De conversa em conversa com executivos, agências, analistas e profissionais de Marketing, percebí um ponto comum no radar de todos. Como as empresas vão adaptar seu marketing com foco no consumidor do futuro e demandas da geração Y?

Afinal, com todas mudanças tecnológicas a comunicação do século

XXI está sendo reinventada e fórmulas consagradas

acabam não sendo mais suficientes.

O novo marketing que executivos e empresas buscam está sendo chamado por ROIDs (Neologismo advindo de esteróides – com o nítido intento de deixar o “marketing bombadão”).

O termo pode ser sintetizado por 4 principais pontos:

  1. Marketing da Responsabilidade (Que inclui a responsabilidade social, o lado “verde” e a sustentabilidade).
  2. Liderança Organizacional (Levando o Marketing a se inserir em toda cadeia de valor).
  3. Novos Insights sobre os consumidores (Principalmente com base nas novas técnicas de interação e análise em contraponto às “velhas” pesquisas de mercado).
  4. Marketing Digital (Exigindo dominar uma enorme massa de informações sobre as novas e mutantes mídias)

Vale ressaltar, que o Marketing da Responsabilidade e o Marketing Digital, são liderados pelos consumidores, que passam a exigir novos padrões e formas de relacionamento de uma marca ou empresa com todos seus perfis de consumidores.

É nesse novo ambiente que todas as marcas vivem atualmente, num mundo de Vídeos Virais, Mídias Sociais e uma gama de alternativas que envolvem canais interativos e móveis que devem ser compreendidos e incorporados pelas empresas e profissionais de marketing.

O cenário de mudanças continuará sendo uma constante, basta lembrarmos que não muito tempo atrás, Marketing Digital, era somente mais um elemento do plano de mídia e com alguns Banners, Adwords do Google e um trabalho de otimização dos resultados nos sites de busca (SEO), o trabalho já podia ser considerado como realizado.

Atualmente a velocidade das novas mídias (canais + oportunidades), tornou obsoleta a tradicional análise de Hits e Page Views, afinal o desafio passa a ser conhecer e influênciar os desejos individuas dos consumidores em tempo real.

Tenha a eComm como aliada para navegar em toda essa gama de ferramentas digitais e compreender suas formas de uso, de acordo com o conceito de seu produto ou marca.

Liderar esse movimento é essêncial na busca de tornar o próprio

consumidor um aliado nesse admirável novo mercado de consumo.

Dia das Mães Virtual deve ter crescimento de 40% em 2010

Segundo pesquisa da consultoria e-bit, o dia das mães 2010 deve ter crescimento recorde, podendo atingir um faturamento de R$ 620 milhões em vendas de bens de consumo, nessa data que tradicionalmente é a segunda maior em vendas no varejo.

Social Media - Mamãe

Social Media - Mamãe

Em 2009 o comportamento das vendas teve a seguinte distribuição por categorias:

  • Livros, Revistas e Jornais – 20%
  • Saúde, Beleza e Medicamentos – 16%
  • Eletrodomésticos – 10%
  • Informática – 9%
  • Eletrônicos – 5%
  • Telefonia Móvel – 5%

Nesse ano, tamanho crescimento irá combinar o momento econômico atual do país com a numerosa entrada de novos consumidores na Internet, que através do grande volume de crédito direto ao consumidor poderão adquirir produtos de maior valor agregado junto a categorias tradicionais para a data como Cosméticos e Perfumaria, Eletroportáteis, Eletrodomésticos, Eletrônicos e principalmente TVs de Plasma, Telefonia Celular, Flores e Cestas de Presente.

Harvard Business Review mostra efetividade das mídias sociais nos negócios

Midias Sociais de Resultado

Midias Sociais de Resultado

Muitos criticam as mídias sociais, relacionando-as a um simples modismo ou mesmo a um hype exclusivo para a Geração Y e nativos digitais. Para os céticos, vale acompanhar estudo da HBR que usou um varejista real para identificar as reações dos consumidores frente à Web 2.0.

A idéia era descobrir até que ponto os negócios de uma empresa são influenciados por páginas em sites de relacionamento como o Facebook , verificando sua capacidade de atrair “Fãs” e criar um canal interativo através de mensagens e ofertas disponibilizadas nessa mídia.

Para isso, escolheram uma rede local de cafés (Dessert Gallery) e antes de criar para ela um perfil no Facebook, foi enviada uma pesquisa através de Email Marketing para o Mailing List da cafeteria. A ação recebeu respostas de 5,2 % dos questionários enviados, mapeando as relações dos clientes com a rede de cafés.

Na sequencia a página do Facebook foi lançada e novo email marketing enviado convidando os clientes a se tornarem fãs da cafeteria, cuja página passou a ser frequentemente atualizada com fotos, notícias e promoções.

Após 90 dias cultivando o relacionamento com os internautas, uma última pesquisa comportamental foi enviada para a base de clientes, dessa vez o retorno foi de 8,1%, e ao analizar os grupos de respostas separadamente, ficou claro que aqueles usuários que se relacionavam com a marca através das mídias sociais apresentaram um índice maior de satisfação, conhecimento e mesmo de compras.  Outro fator importante foi notar que geravam de forma natural, mais comentários positivos e boca a boca que os consumidores “não fãs”, mostrando a força desse grupo em criar uma imagem positiva para a marca.

No Brasil, uma ação como essa, envolveria outras mídias sociais como o Orkut e Twitter, onde a eComm atuaria tanto na criação e gestão de campanhas de relacionamento online, quanto no fornecimento das soluções tecnológicas para RP 2.0, marketing digital, SEO, Survey e Email marketing.

Para ver o artigo completo na HBR clique aqui.

WordPress Themes