Está cada vez mais difícil para os estúdios arrecadarem dinheiro com a venda de DVDs e Blu-ray, muitas pessoas preferem baixar o filme na web à desembolsar o preço cobrado nas lojas (um cd Blu-ray sai por volta de R$60,00), ou assistir online, o que já acontece em sites não oficiais com seriados e desenhos completos.
De olho neste público, o YouTube prepara-se para lançar um serviço pago de distribuição de filmes, depois de já ter anunciado um canal de filmes gratuitos, leia mais aqui.
Segundo o jornal Financial Times, a Google e os maiores estúdios cinematográficos de Hollywood estão em conversações para criarem um serviço de pay per view no YouTube, inicialmente apenas para os Estados Unidos. Assemelhando-se aos serviços das televisões a cabo, cada “aluguel” ou exibição do filme deve custar 5 dólares.
Agora os internautas poderão continuar assistindo pelo computador, mas pagando pela visualização, é mais justo com os estúdios e melhor para quem assiste, pois verá algo com qualidade e não as gravações piratas que encontramos na rede.
Um dos assuntos do momento sobre o futuro da internet é a tal Neutralidade da Rede, muitos acham que ela nunca existiu de fato, mas o que sabemos é que a internet como rede aberta é livre para que idealizadores criem serviços com base em idéias novas, explorando demandas de comunicação e interatividade que as novas tecnologias proporcionam.
Todos os Bits foram criados iguais
Simplificando, a neutralidade da rede é o conceito onde todo tráfego da Internet deve ser tratado igualitariamente, onde banda larga, aúdio/vídeo e etc devem estar acessíveis para todas as pessoas conectadas e não como um serviço disponível como valor agregado ou restrito a grupos exclusivos.
Nesse conceito a rede em sí não é discriminatória e todo seu conteúdo deve ser distribuido sem privilégios de canais e redes de comunicação.
Esse conceito permite que usuários de um provedor de acesso, vejam notícias em qualquer outro site do mundo e que o meu Twitter tenha os mesmos 140 caracteres que o do Obama.
Para os provedores de acesso a “Net Neutrality” garante o princípio “end-to-end” da internet, e os mesmos seriam impedidos de aumentar ou diminuir velocidade de transferência ou de bloquear conteúdo dependendo de sua origem ou destino.
Nos EUA existe o projeto “Internet Freedom Preservation act” que estabelece que a rede deve ser não-discriminatória, aberta para todos produtores e consumidores de conteúdo e, ainda, determina que a Federal Comunication Commision regulamente e faça cumprir a lei de acordo.
“Net neutrality is the First Amendment fight of the 21st century.”
Al Franken -- Senador Americano -- Vejam o vídeo por uma internet livre
Estar atentos a esse aspecto garante que nossa experiência na rede seja sempre livre e na sustentabilidade da Internet como canal de comunicação e inovação do futuro. No contexto da liberdade individual a Neutralidade de Rede também é relevante ao garantir a todos o acesso a informação através da Web, conceito esse que inclusive nosso vizinho Chile já garantiu aos seus cidadãos por lei específica no seu congresso.
Que os próximos legisladores não criem novas restrições na distribuição de conteúdo pela internet e garantam um acesso realmente justo e democrático aos consumidores e geradores de conteúdo online.
As GPUs, em português Unidade de Processamento Gráfico, de última geração podem ser usadas pelos crackers como uma forma de facilitar a invasão à contas pessoais pela decodificação de senhas.
Como isso é possível:
Os potentes processadores gráficos são um tipo de microprocessador usado em placas de vídeo ou placas-mãe para rodar jogos e vídeos com maior rapidez. Os cracker se utilizam dessa tecnologia para acelerar os processos de decodificação das senhas dos computadores pessoais ou de empresas.
Antes as senhas mais curtas não ofereciam tantos riscos pois levavam muito tempo para serem descobertas, os processadores eram mais lentos e demoravam para conseguir descobrir todos os caracteres que o usuário usou na hora de criar as senhas. Mas hoje os computadores estão tão mais avançados e velozes que é preciso seguir algumas dicas de segurança para evitar invasões.
Crie senhas compostas por códigos que mesclam números, letras e caracteres especiais.
Um tamanho recomendável é de 8 a 12 caracteres.
Não utilize a mesma senha para emails pessoais e redes sociais, como essas são mais visadas por invasores, podem servir de porta de entrada para outras contas.
Muitas empresas entram diariamente nas mídias sociais, com o desafio de gerar conteúdo relevante para seus usuários. Nesse cenário, é muito comum enfrentarem problemas no dia a dia, relacionados principalmente à publicação e edição de imagens para uso no Twitter, Facebook, Orkut, Blogs e similares.
As imagens, nesses casos, ajudam a garantir o sucesso de uma ação de comunicação, e o uso de ferramentas online gratuitas pode ser um caminho simples e prático na busca de um conteúdo com formato profissional.
O Blog sugere algumas das melhores ferramentas, que além das funções básicas de cortar, colar, redimensionar e afinar cores e resolução, vai mais longe com “toques” profissionais na edição de imagens sem instalar qualquer software no seu computador.
Seguem as aplicações de maior destaque :
1 – Picnick – Com aparência bem agressiva e com uma edição muito fácil, a ferramenta não tem segredos e pode ser usada mesmo por quem nunca realizou esse tipo de trabalho. Para usar basta fazer o upload da foto e começar a exercer seu senso de estética, seja tirando os famosos “olhos vermelhos”, como aumentando a nitidez ou redefinindo cores.
A aplicação ainda sugere a inclusão de objetos externos à imagem e no final basta salvar o trabalho em disco. A versão Premium é paga e tem o custo de US$ 2,08/mês.
2 – Splashup – Bem similar ao Photoshop da Adobe, o aplicativo Splashup fornece várias opções criativas, sendo também um gestor de arquivos de imagens. Tem opção para editar várias imagens simultaneamente e ter diferentes camadas dentro da mesma imagem, possibilitando infinitas alternativas de mistura e edição.
3 – Pixenate – Tem como diferencial a variedade de efeitos especiais, que à partir da tela inicial aponta as principais ferramentas transformadoras, indo desde o branqueamento de dentes em sorrisos mais alargados, mas também com efeitos de pinturas a óleo ou a carvão. Permite a inclusão de moldura, balões de conversa ou “efeitos” que se colam.
Existem várias outras soluções similares de mercado, mas poucas com a quantidade de features e facilidades de utilização das ferramentas citadas.Aproveite e transforme sua presença online com o uso de imagens criativas e bem tratadas.
A eComm esteve na última terça (27/07) na ESPM/SP em evento de 5º aniversário da Mashable, site que agrega um pouco de tudo que rola no mundo de Social Media, Tecnologia e Cultura da Internet.
O destaque foi para o foco dado nas discussões ao potencial de marketing e negócios das mídias sociais, além das polêmicas sobre o papel do planejamento, relações públicas e agências na execução das campanhas que envolvam essas mídias.
Uma conclusão interessante foi sobre a forma ideal de mensuração de resultados nas mídias sociais, usando métricas que tenham foco maior tanto na relevância da comunicação gerada quanto relacionada aos participantes das redes online, em contraposição a visão quantitativa tradicional que privilegia o número de seguidores e page views de Blogs e sites.
O nível do debate foi ótimo, criando um panorama das melhores práticas e dos problemas enfrentados pelas empresas que já estão investindo em ações e campanhas no mundo das mídias sociais.
Visando oferecer ao público uma melhor qualidade de vida, a Clínica da Coluna Vertebral, com sua equipe multidisciplinar oferece uma série de serviços que incluem a prevenção, através de um trabalho de reeducação do estilo de vida e conscientização corporal, e não apenas o tratamento ocasionado por dores.
O site apresenta os principais tratamentos oferecidos pela clínica, descrevendo a situação a que ela se aplica bem como as principais doenças da coluna, como identificá-la, e o procedimento realizado para fazer seu diagnóstico e tratamento.
Pesquisa publicada em 19 de Julho no New York Times, mostra que a maioria dos “blogueiros” tem entre 21 e 35 anos representando 53,3 % do total da amostra verificada pela consultoria especializada em mídias sociais Sysomos.
Os menores de 21 anos constituem o segundo principal grupo com 20,2%, ficando em 19,4 % a participação dos blogueiros entre 36 e 50 anos e em 7,1% de bloggers com mais de 51 anos.
Admirável mundo novo
A matéria também mostra que entre gêneros não existe grande diferença pois homens e mulheres tem presença igual na geração de conteúdo na Blogosfera.
Podemos concluir que a internet 2.0 ficou bem mais feminina e orientada às necessidades cotidianas dos usuários, em especial pela grande amplitude de assuntos e tendências que conseguimos encontrar no universo dos Blogs.
É sabido que pequenas e médias empresas com blog corporativo tem um fluxo de visitas em seus sites bastante superior a empresas com as mesmas caracteírticas sem blog. Mesmo assim muitas empresas insistem em impor regras obsoletas em vez de se preocuparem em como melhorar o visual e navegabilidade de seu blog, gerar conteúdo diferenciado de qualidade que atraia mais seus leitores e obter melhores resultados.
O blog corporativo permite à empresa apresentar seus objetivos e idéias de maneira transparente, interagindo com seus leitores de maneira ativa, promovendo a troca de informações entre as partes.
Para que seu blog corporativo seja bem sucedido existem vários fatores a serem observados dentre as quais podemos destacar:
- definir os temas a serem abordados que devem, é claro, estar relacionados ao tipo de negócio da empresa;
- escolher os escritores do blog e definir o fluxo para publicação dos posts;
- dar um tom pessoal para o blog;
- permitir que as pessoas comentem no blog, ela deve ser um meio de relacionamento da empresa com o público;
- integrar o blog com outras ferramentas de mídias sociais como: Twitter, Facebook, Orkut, YouTube,…
- promover o blog;
- acompanhar os resultados do blog e o desdobramento dos seus posts.
No último dia 16 de junho o próprio Steve Jobs entrou na polêmica das falhas de sinal do iPhone 4, primeiro mostrando que o “problema” era comum em vários outros modelos de Smartphones citando nominalmente o HTC e o Samsung Omnia, além disso minimizou o ocorrido ao sugerir que um simples CASE resolveria o problema de sinal, mostrando que a média de reclamações foi inclusive inferior aos chamados técnicos recebidos quando do lançamento do modelo 3GS.
Mesmo assim, podemos dizer que foi uma pisada na bola da gigante de Cupertino, pois a empresa deveria ter assumido o problema e presenteado os consumidores com o CASE de proteção logo de cara.
Para minimizar o impacto a Apple vai fornecer um Bumper Case para todos os usuários do iPhone 4, para tanto os usuários devem se cadastrar no site da empresa, que irá também devolver o dinheiro gasto por quem já havia comprado o protetor quando do lançamento do aparelho.
A ação vai durar até 30 de Setembro, e se não for suficiente a AT&T e a Apple prometem devolver o dinheiro gasto sem questionamentos.