E-mail marketing personalizado converte três vezes mais

email-marketing-personalizadoMesmo com a infinidade de ferramentas de marketing para o relacionamento com o cliente que surgem periodicamente, o uso do e-mail marketing segue forte (e eficiente) no mercado – apenas quando bem empregado pelas empresas, é claro. Fora as diversas técnicas constantemente debatidas para a profissionalização da mensagem eletrônica, como manter a relevância, a personalização do conteúdo pode trazer muitos resultados positivos.

De acordo com um estudo da Santa Clara University, as chances de conversão do e-mail marketing são três vezes maiores entre os consumidores que recebem promoções que julgam selecionadas e exclusivas. A auto-estima seria a grande responsável por esse comportamento, ainda segundo a pesquisa.

Umas das maneiras mais simples e que ainda funcionam é tratar o consumidor pelo nome próprio. Esse é o primeiro passo para convencê-lo de que a empresa se dedicou para entregar um conteúdo único. O nome pode vir no assunto da mensagem e também no início da conversa ou ainda ser incluso no corpo da mensagem.

Logo em seguida, vem o mapeamento dos hábitos de consumo, para enviar ofertas compatíveis com as suas preferências, o que pode ser feito com a ajuda da ferramenta de inteligência e-behavior, que pode já estar integrada com a plataforma de e-mail marketing, como é o caso do eCMailing, plataforma de e-mail marketing da eComm. As duas medidas são complementares, porque o cliente precisar sentir, psicologicamente, que a mensagem foi realmente dirigida a ele. A troca isolada do nome soa artificial.

Segmentação

No mercado brasileiro de e-commerce, o e-mail marketing é amplamente utilizado, mas não com a devida qualidade. No ano de 2011, nós avaliamos todos os nossos clientes de e-commerce que praticam o relacionamento com seus clientes via e-mail marketing e pudemos perceber que esta ação gera em média  20% do total das vendas virtuais. O número pode, e deve, ser ainda melhor se a segmentação for aplicada com coerência. Também, conseguimos avaliar, que as empresas que se utilizam deste meio de comunicação, evoluiram bastante no tratamento ao cliente, porém ainda pecam em alguns aspectos, dentre os mais comuns, um design do e-mail pouco elaborado ou atraente e na má segmentação de sua base de contatos.

Pequenos crescem no e-commerce e já faturam R$ 1,5 bilhão

Com mais vitrines virtuais à disposição, que vão dos sites de compras coletivas ao Facebook, as pequenas empresas ganharam espaço no comércio eletrônico. No primeiro semestre de 2011, elas responderam por 8% do faturamento das vendas on-line, ante 7% em 2009 e 2010, de acordo com a consultoria E-bit. Parece pouco, mas isso significa que o faturamento desses pequenos negócios pode ter chegado a R$ 1,5 bilhão no fechamento do ano, caso o comércio eletrônico como um todo tenha faturado os R$ 18,7 bilhões previstos pela E-bit.

e-Commerce com a eComm: entre nessa você também

- Neste ano, a expectativa é que, no mínimo, essa participação das pequenas empresas se mantenha – diz Cris Rother, diretora da E-bit.

Milhares de pequenos negócios entram na rede a cada ano. A projeção da consultoria E-Consulting Corp é que o número de pequenas empresas no mercado brasileiro cresça a uma taxa de 15% ao ano em três anos.

- Os pequenos crescem com serviços e produtos personalizados, pois os produtos padronizados são dominados por grandes varejistas – diz Daniel Domeneghetti, da E-Consulting.

Os sites de compras coletivas também auxiliam as pequenas. Segundo a E-bit, eles concentram 6,5 milhões de usuários, entre os 32 milhões do e-commerce brasileiro. No Peixe Urbano, cerca de 75% dos ofertantes são de pequenas ou médias empresas. De olho nesse mercado, a Negócios Urbanos montou site de compras coletivas em que todos os compradores e 90% dos vendedores são pequenos.

Moda e produtos ligados a design em expansão

O comércio de moda e produtos ligados a design também tem atraído muitos empreendedores para a rede. Decoração, vestuário, calçados e beleza estão entre os ramos que mais cresceram neste mercado. A eComm com sua plataforma de e-commerce eCShop, tem vários cases que demonstram isso como Anabella Calçados, a loja virtual oficial da Cavalera, Santo Pecado dentre outras.

- No Brasil, a participação dos artigos de moda no comércio eletrônico é pequena, entre 2% e 4%, muito abaixo dos 20% de mercados maduros, como França e Alemanha – afirma André Beisert, sócio da olook, que almeja ter um milhão de pessoas cadastradas.

As redes sociais também entraram na estratégia de Ludmilla Mancilha como uma forma de fechar as vendas dos biscoitos e compotas decoradas de sua empresa, a Milla Mancilha. Hoje, cerca de 70% de suas vendas são fechadas pela internet, por meio do Facebook ou do site. O boca a boca virtual, diz, já levou seus produtos até para a Suíça. Neste caso, podemos citar o case Leguts.com, loja de adesivos decorativos que utiliza a plataforma de e-commerce da eComm eCShop, como sucesso de vendas pelo Facebook, graças a integração direta da plataforma com sua Fan page na rede social.

- Pelo site, atendemos clientes aqui em São Paulo e também para o Rio – afirma.

Novas tecnologias vão baratear custos, diz Fecomércio

O segmento de B2B (negócios para negócios, na sigla em inglês) tem trazido muitas pequenas empresas para o e-commerce, ainda que muitas vezes por imposição do comprador, diz o coordenador de Tecnologia da Informação da FGV, Alberto Luiz Albertin. No B2C (vendas para o consumidor), segundo ele, o que tem impulsionado os negócios é o amadurecimento dos clientes.

Para Carlos Curioni, sócio do portal de comércio de artesanatos Elo7, que reúne 70 mil artesãos, o aumento da confiança do consumidor virtual foi fundamental para a expansão. Em 2011, o portal dobrou as vendas e pretende triplicá-las em 2012.

- Mais de 10% da população brasileira já fizeram transações on-line – lembra.

A chegada de tecnologias, como computação em nuvem, deve facilitar a entrada de pequenos e baratear os custos, para Paulo Roberto Feldman, presidente do Conselho das Pequenas e Micro Empresas da Fecomércio-SP.

Recordando os 5 pilares do e-commerce

Todo bom planejamento precisa de uma boa estruturação. Sem isso, o planejamento tende a ficar com brechas e o que foi previsto pelo profissional de planejamento estratégico digital pode não sair da forma que deveria sair. Por isso, um bom planejamento é muito, mas muito bem analisado antes de ser apresentado ao cliente e mais analisado ainda antes de ir para o ar.

A palavra pilares pode parecer antiga, remete as vezes às construções gregas, mas ela pode também ajudar o seu planejamento para evitar brechas. Se uma construção tiver uma simples brecha pode comprometer toda a estrutura e o prédio cair por não aguentar o peso. O engenheiro planeja e calcula os milímetros para que esses não virem as brechas. Os planners devem ir nesse aprofundamento, que confesso, nem sempre é tão simples ou possível.

Quando falamos em vendas, as brechas podem representar um prejuízo enorme a marca. O caso da FNAC, por exemplo, só não causou um prejuízo de milhões porque eles agiram rápido e a legislação brasileira foi a favor – acertadamente na minha opinião – da marca. Para quem não se lembra, por algumas horas e graças a um problema de programação, as pessoas poderiam comprar notebooks por R$ 1,00.

Por isso, quando se vai fazer um planejamento, analise bem alguns pilares para a sua construção de marca, construção de comunicação e construção de estratégia. Não tenha brechas e assim seja um grande sucesso para o e-commerce. Sucesso = vendas. Então, como planejar para uma loja vender? Aliás, vender bem!

Bons Produtos

O que você vende agrada a maioria ou a minoria? Se agrada a maioria, você por exemplo vende TV LCD, pode se pensar em altas vendas/lucros. Se você vende capas de acrílico do Japão para iPhones 4G branco, é um produto de nicho onde você pode se destacar, mas grandes lucros, fortunas serão difíceis de serem feitas.

Encontrabilidade

Seu usuário chegou à loja. Pode ser via Google, acesso direto, e-mail marketing, redes sociais. Não importa (nesse momento), o usuário chegou a loja e precisa encontrar o produto desejado. Não ache que o campo de busca será o suficiente. A usabilidade do site é essencial.

Atendimento

É fundamental atender, e bem, o seu cliente. Por mais que a sua empresa seja um mega varejista online, como a Casas Bahia por exemplo, é preciso sanar as dúvidas dos clientes. Uma dúvida sanada pode ser o passo final para uma compra; um atendimento bem feito pode gerar menções positivas nas redes.

Marketing Digital

Só é lembrando quem é visto. Não pensamos em Coca-Cola sempre que falam a palavra refrigerante à toa. Pensamos porque a marca investe – e muito – na mídia para aparecer. No e-commerce não tem segredo: é preciso aparecer. Sugiro começar com Buscapé e Links Patrocinados, pois são os canais que o e-consumidor vai antes de fazer qualquer pesquisa de produtos. Depois utilize banners, e-mail marketing para um canal mais direto com seus e-consumidores.

Logística

Entregue o produto. E no prazo! Simples assim. O consumidor pode esperar de 1h a 180 dias por um produto, desde que isso esteja estampado no site: “Para a cidade X (ou essa mensagem pode aparecer depois que o usuário calcular o frete) o produto demora de 2 a 3 dias úteis”. O usuário espera, mas se demorar 4 a 5 dias, perde-se a confiança. Confiança é tudo em um e-commerce e é esse o fator que fará a pessoa voltar ou não a uma loja online.

Brasil deverá ser 4 maior mercado para o e-commerce em 2015

O Brasil deverá ser o quarto maior do mercado mundial de e-commerce em 2015. Atualmente o País ocupa o sexto lugar e deverá subir, ajudado pela crise mundial, que fará com que Estados Unidos e nações europeias mudem de posição nos próximos quatro anos.

Brasil, avançando no e-commerce

Brasil, avançando no e-commerce

A melhoria do desempenho do Brasil em e-commerce é uma projeção do T-Index 2015, índice estatístico que indica a participação das vendas online de cada país no mercado mundial, associando a população na internet ao PIB per capita estimado.

No estudo, o Brasil aparece atualmente em sétimo lugar entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.

Segundo a projeção T-Index 2015, os Estados que hoje é primeiro colocado em vendas virtuais com participação de 24,4%, será desbancado nos próximos quatro anos pela China.

O mercado chinês tem atualmente tem uma fatia de 11,5% do e-commerce mundial, mas em 2015 será responsável por 18,8% dos negócios na web, enquanto a fatia dos os EUA será reduzida para 16,8%.

O Japão permanecerá no terceiro posto, porém apresentará uma queda, passando de uma participação de 6,6% em 2011 para 4,9% em 2015.

Já o Brasil, que aparece atualmente no estudo em sexto lugar com participação de 3% aumentará sua fatia para 4,3% e também subirá no ranking. As previsões do T-Index 2015 aponta que o mercado brasileiro ocupará a quarta posição em quatro anos, com a queda dos EUA, Alemanha e Reino Unido.

A Rússia deve subir da oitava para a sexta posição com uma variação de mais 27,5%. A França desce um lugar, com uma variação negativa de 2,9%.

O Reino Unido passa do quinto para o oitavo lugar com uma variação da participação de mercado de 27% relativamente a 2011.

A Coreia do Sul permanece estável no nono lugar, mas seu market share cairá para 12%. A surpresa pode ser a entrada do México no top 10, ultrapassando a Itália que terá uma variação negativa da sua quota de mercado em 2015 de 43,4% relativamente a 2011.

Entre os países emergentes de maior crescimento figuram a China (+63,4%), Brasil (+43,3%), Rússia (+27,5%), Índia (+26,6%), Indonésia (+20,8%) e a Turquia (+20%).

O cálculo da projeção supõe uma tendência de crescimento linear do e-commerce para todos os países. Se a China mantiver a taxa de aumento que apresentou desde 2005 até 2009, pode superar os Estados Unidos em 2015.

No entanto, confrontando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, a tendência da China parece sofrer uma leve queda que pode influenciar a projeção para 2015.

Consumidores querem métodos de pagamento mais seguros que cartão

55% dos consumidores que realizaram compras em sites de e-commerce nos últimos 90 dias estão preocupados com o envio de e-mails em excesso e sem autorização por parte dos varejistas, enquanto uma proporção similar de 54% tem receio que o comerciante possa vender seus dados pessoais a terceiros, segundo uma pesquisa publicada em dezembro de 2011 pela PaymentOne e Javelin Strategy & Research.

Dados do estudo “Why Consumers Don’t Pay: Opportunities for Digital Commerce” também mostram que a maioria dos e-consumidores ativos estão preocupados em relação à interceptação dos dados de seu cartão de crédito ou que terceiros não autorizados acessem levianamente estas informações quando estão salvas no banco de dados do varejista. Além disso, cerca de 2 em 5 temem que os dados de seu cartão de crédito sejam utilizados indevidamente, enquanto 20% gostariam de utilizar um método de pagamento que tornasse sua identidade mais anônima no momento da compra.

Consumidores se dispõem a gastar mais em prol da segurança

79% dos consumidores afirmam que estariam mais propensos a fazer compras online se o comerciante disponibilizasse opções de pagamento práticas e mais seguras que cartões de crédito e débito. Destes, 42% disseram que iriam gastar entre US$ 26-100 a mais por mês, enquanto 28% se mostram dispostos a gastar entre US$ 10-25 a mais mensalmente. A proporção que indicou gastar um adicional de US$ 100 ou mais por mês (17%) é superior aos que relatam a intenção de gastar menos de $10/mês a mais. No geral, os consumidores gastariam em média 89 dólares adicionais se pudessem optar por um método de pagamento alternativo que atenda a estes requisitos.

e-consumidores preocupados com a segurança de suas informações no e-commerce

e-consumidores preocupados com a segurança de suas informações no e-commerce

O estudo também mostra que cerca de 60% dos consumidores afirmam que seriam mais propensos a comprar produtos digitais (ou de download) em sites que oferecem métodos de pagamentos alternativos mais seguros que cartão de crédito. Estas preferências se diferem entre as diferentes faixas etárias. Por exemplo: consumidores com idades entre 18-24, 25-34 e 35-44 são mais inclinados a comprar em sites que atendam a estas necessidades (67%, 63% e 62%, respectivamente).

3 em 5 abandonam o carrinho

61% dos consumidores que realizaram ao menos uma compra online afirma ter abandonado o site durante o processo de chekout. Dentre os motivos, a possibilidade de receber spams (53%), ter suas informações de cartão de crédito interceptadas (48%) ou mal geridas pelos comerciantes (41%) foram as mais lembradas.

Outro estudo divulgado pela McAfee em novembro de 2011 mostra que 42% dos consumidores que abandonaram um carrinho de compra o fez por acreditar que o site não era seguro (56%) ou porque a empresa solicitou informações que não eram necessárias em seu entendimento.

O levantamento foi conduzido com mais de 2.000 consumidores norte-americanos em setembro de 2011.

Facebook cresce 24% em um ano no Brasil (Ranking Social Media Brasil – 2011)

De acordo com o novo relatório da Experian Hitwise, o universo das mídias sociais no Brasil continua em franco crescimento, mas o cenário é de mudanças e a briga pela liderança do Ranking continua, com o Orkut apresentando queda relativa de 21,96% em relação ao share visitas obtido em Novembro/2010, sendo que no mesmo período o Facebook cresceu 24,13%.

Com isso o Orkut chega a 35,44% das visitas relacionadas às mídias sociais e mantém sua liderança, seguido de perto pelo Facebook com 29,68% e pelo YouTube com 18,11% das visitas. O Google+, lançado em junho/11, atinge a nona posição com somente 0,79% do mercado.

Confiram o ranking completo do relatório de Nov/11 da Experian Hitwise :

Social Media Brasil / Nov-11

Social Media Brasil / Nov-11

Após morte do Symbian, Nokia apresenta seu Windows Phone

Em Agosto/11 a Nokia havia anúnciado a morte do Symbian, e nessa Quarta (26/Nov) seu CEO Stephen Elop apresentou para o mundo seu primeiro aparelho equipado com o Windows Phone.

Nokia Windows Phone

Nokia Windows Phone

Com processador de 1,4 GHz e 16GB de memória, está disponível nas cores Preto, Azul e Magenta e mesmo parecido com o modelo Nokia N9, merece destaque com sua tela de 3,7 polegadas e botão integrado para filmes e fotos com as super lentes Carl Zeiss.

Os aparelhos Lumia 800 e o Lumia 710, vem equipados com o Windows Phone Mango, Internet Explorer 9.0 e o primeiro sistema de navegação por voz para o Windows Phone o Nokia Drive.

Alguns países vão receber a novidade em 2011, para o Brasil a previsão é que já no início de 2012 os aparelhos sejam comercializados mas ainda com preços indefinidos, na Europa, a versão básica vai chegar ao mercado por cerca de 400 Euros.

A notícia é boa, sendo a chance que os adeptos da Microsoft tanto aguardavam para ver o sistema no universo móvel, ficando a briga de mercado restrita entre Google, Microsoft e Apple, onde nós consumidores temos tudo para sermos os maiores beneficiados, com mais opções e serviços agregados em cada plataforma.

10 Anos da revolução iPod

Sim foram só 10 anos, e agora que o fenômeno da convergência fala mais alto, o iPhone e as famílias de Tablets são as novas estrelas, mas é inegável que o surgimento do iPod em 2001, apresentou apelos funcionais e emocionais revolucionários.

iPod para todos !

iPod para todos !

O design, a usabilidade e as potencialidades do aparelho provaram ser uma receita eficaz, que atraiu pessoas comuns e personalidades, tornando a novidade um parceiro nas horas de transito, viagens e diversão. Rapidamente todos queriam um iPod.

No Brasil durante um tempo os iPobres (MP3 Players genéricos de origem diversa), foram uma alternativa para quem queria gastar pouco, mas muito mais que o aparelho em sí, a experiência de uso tornou o iPod um êxito, pois a Apple fez que uma coisa complicada se tornasse simples, já que a compra, download e partilha de música se tornou corriqueira, em especial com a explosão do marketplace musical iTunes.

Creative, Sony, LG, Phillips, Samsung, SanDisk… Dezenas de marcas e modelos de leitores de Mp3 inundaram as lojas, mas ninguem conquistou o consumidor como o iPod, que de acordo com o último Keynote da Apple, detém 78 por cento do mercado.

Em 10 anos, venderam-se 300 milhões de iPods em todo o mundo, vale comparar com os bem sucedidos Walkmans da Sony que venderam em 30 anos 220 mil unidades.

O iPod foi o objeto de desejo que deu novo fôlego à cultura da marca, e de forma natural vem sendo substituído paulatinamente, por outros produtos da Apple, mas com seu surgimento as portas da inovação e da usabilidade foram abertas, mudando a cultura de consumo de produtos culturais digitais para sempre.

A realidade inexorável do SAC 2.0

SAC 2.0

SAC 2.0

Na prática de levar o universo das mídias sociais para o dia a dia das empresas, ouví mais de uma vez o receio em ter nesses canais um novo SAC, pois os canais tradicionais de atendimento poderiam “perder o controle” desse novo fluxo de informações.

Sempre entendi essa resistência, mas também sempre mostrei que mesmo de forma não oficial, seus produtos e serviços já estão on-line,  pois o próprio cliente acaba expondo o que, quando e como consome.

E quando o cliente reclama no Twitter, Orkut ou Facebook, a única coisa que uma empresa não pode fazer é ignorar sua mensagem, com o bom argumento onde “ouvir” (monitorando palavras e termos de busca do seu interesse), é a garantia de não se surpreender com uma repercussão indesejada de seu nome, marca ou serviço.

Na realidade as mídias sociais, são uma oportunidade para grandes empresas,

lojas e até para a “padaria da esquina” atender melhor sua clientela.

Lembrando que o cliente satisfeito é sempre a melhor propaganda, mas alguns itens básicos nessa comunicação não podem ser esquecidos:

  • Na rede o melhor modelo de vendas é o da transparência, portanto mantenha o andamento dos seus negócios disponível para acesso do cliente em tempo real sempre que possível.
  • Timing é tudo na interação, lembre que o tempo de resposta faz toda diferença.
  • Trabalhe na interação mostrando que pode ajudar e resolver a situação.
  • Torne a comunicação individualizada, tratando consumidor a consumidor.

Claro que nem todas as experiências tem obtido bons resultados, o ambiente é novo e exige falar a linguagem certa e ter o timing necessário no relacionamento com o consumidor.

Por isso, nos propomos a desenhar as estratégias de interação e comunicação certas para sua empresa, ajudando no monitoramento e no uso da sintaxe correta da rede, garantindo a agilidade e o impacto necessário, atuando nos pontos-chaves que permeiam o que chamamos hoje de SAC 2.0.

Apresentando o Tablet de US$ 35,00 direto da Índia

Tablet US$ 35,00 !!

Tablet US$ 35,00 !!

Com a apresentação do Aakash (Céu em Hindi), Tablet desenvolvido com o apoio do governo indiano, e lançado pelo ministro da Educação e Telecomunicações do país, como a solução para o fim das diferenças digitais do país.

O preço de 35 dólares será inicialmente só para estudantes, ficando disponivel para os demais usuários à partir 60 dólares já em novembro desse ano.

O dispositivo foi desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia Federal da Índia em parceria com a empresa inglesa DataWing com foco de levar a internet para as massas.

Com base operacional no sistema Android, possui tela de 7 polegadas e bateria com 3 horas de duração, se conectar à rede por WiFi, tendo 2 entradas USB memória de 256MB e câmera para videoconferência.

O Governo indiano deve comprar logo de cara 100 mil tablets, e vendê-los às escolas a um preço subsidiado a 50%, com objetivo final de adquirir 10 milhões de dispositivos nos próximos cinco anos, boa iniciativa que deve ser referência para outros emergentes como o Brasil.

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