Categoria: MKT Digital

Onde está o cliente… Já procurou nas Redes Sociais ?

Em recente esudo sobre o uso da Internet no Brasil a Experian Hitwise, mostrou que em dezembro de 2011 os Sites de Redes Sociais e similares tiveram 19,38% do tráfego da rede mundial no país, representando um crescimento de 4% em relação ao mesmo período de 2010.Social_media_icon

Outras categorias campeãs de visitas em Dez/11 foram :

  • Ferramentas de Busca – 13,87%
  • Sites de e-mail – 6,75%
  • Páginas iniciais de Grandes Portais – 5,51%
  • Sites Adultos – 5,29%

Esses números refletem tanto o crescimento do Facebook que já passou o Orkut em visitas, com 33,60% do tráfego nas Redes Sociais, quanto o crescente volume acessos à categoria Redes Sociais como um todo.

Vale ressaltar que em outros países, tanto os sites de conteúdo adulto quanto as redes sociais têm menor participação relativa do que verificado no Brasil, evidenciando o grande potencial de ações de marketing digital que envolvam os internautas na busca de maior interação e principalmente engajamento dos clientes com produtos, serviços e marcas.

Facebook cresce 24% em um ano no Brasil (Ranking Social Media Brasil – 2011)

De acordo com o novo relatório da Experian Hitwise, o universo das mídias sociais no Brasil continua em franco crescimento, mas o cenário é de mudanças e a briga pela liderança do Ranking continua, com o Orkut apresentando queda relativa de 21,96% em relação ao share visitas obtido em Novembro/2010, sendo que no mesmo período o Facebook cresceu 24,13%.

Com isso o Orkut chega a 35,44% das visitas relacionadas às mídias sociais e mantém sua liderança, seguido de perto pelo Facebook com 29,68% e pelo YouTube com 18,11% das visitas. O Google+, lançado em junho/11, atinge a nona posição com somente 0,79% do mercado.

Confiram o ranking completo do relatório de Nov/11 da Experian Hitwise :

Social Media Brasil / Nov-11

Social Media Brasil / Nov-11

Após morte do Symbian, Nokia apresenta seu Windows Phone

Em Agosto/11 a Nokia havia anúnciado a morte do Symbian, e nessa Quarta (26/Nov) seu CEO Stephen Elop apresentou para o mundo seu primeiro aparelho equipado com o Windows Phone.

Nokia Windows Phone

Nokia Windows Phone

Com processador de 1,4 GHz e 16GB de memória, está disponível nas cores Preto, Azul e Magenta e mesmo parecido com o modelo Nokia N9, merece destaque com sua tela de 3,7 polegadas e botão integrado para filmes e fotos com as super lentes Carl Zeiss.

Os aparelhos Lumia 800 e o Lumia 710, vem equipados com o Windows Phone Mango, Internet Explorer 9.0 e o primeiro sistema de navegação por voz para o Windows Phone o Nokia Drive.

Alguns países vão receber a novidade em 2011, para o Brasil a previsão é que já no início de 2012 os aparelhos sejam comercializados mas ainda com preços indefinidos, na Europa, a versão básica vai chegar ao mercado por cerca de 400 Euros.

A notícia é boa, sendo a chance que os adeptos da Microsoft tanto aguardavam para ver o sistema no universo móvel, ficando a briga de mercado restrita entre Google, Microsoft e Apple, onde nós consumidores temos tudo para sermos os maiores beneficiados, com mais opções e serviços agregados em cada plataforma.

10 Anos da revolução iPod

Sim foram só 10 anos, e agora que o fenômeno da convergência fala mais alto, o iPhone e as famílias de Tablets são as novas estrelas, mas é inegável que o surgimento do iPod em 2001, apresentou apelos funcionais e emocionais revolucionários.

iPod para todos !

iPod para todos !

O design, a usabilidade e as potencialidades do aparelho provaram ser uma receita eficaz, que atraiu pessoas comuns e personalidades, tornando a novidade um parceiro nas horas de transito, viagens e diversão. Rapidamente todos queriam um iPod.

No Brasil durante um tempo os iPobres (MP3 Players genéricos de origem diversa), foram uma alternativa para quem queria gastar pouco, mas muito mais que o aparelho em sí, a experiência de uso tornou o iPod um êxito, pois a Apple fez que uma coisa complicada se tornasse simples, já que a compra, download e partilha de música se tornou corriqueira, em especial com a explosão do marketplace musical iTunes.

Creative, Sony, LG, Phillips, Samsung, SanDisk… Dezenas de marcas e modelos de leitores de Mp3 inundaram as lojas, mas ninguem conquistou o consumidor como o iPod, que de acordo com o último Keynote da Apple, detém 78 por cento do mercado.

Em 10 anos, venderam-se 300 milhões de iPods em todo o mundo, vale comparar com os bem sucedidos Walkmans da Sony que venderam em 30 anos 220 mil unidades.

O iPod foi o objeto de desejo que deu novo fôlego à cultura da marca, e de forma natural vem sendo substituído paulatinamente, por outros produtos da Apple, mas com seu surgimento as portas da inovação e da usabilidade foram abertas, mudando a cultura de consumo de produtos culturais digitais para sempre.

A realidade inexorável do SAC 2.0

SAC 2.0

SAC 2.0

Na prática de levar o universo das mídias sociais para o dia a dia das empresas, ouví mais de uma vez o receio em ter nesses canais um novo SAC, pois os canais tradicionais de atendimento poderiam “perder o controle” desse novo fluxo de informações.

Sempre entendi essa resistência, mas também sempre mostrei que mesmo de forma não oficial, seus produtos e serviços já estão on-line,  pois o próprio cliente acaba expondo o que, quando e como consome.

E quando o cliente reclama no Twitter, Orkut ou Facebook, a única coisa que uma empresa não pode fazer é ignorar sua mensagem, com o bom argumento onde “ouvir” (monitorando palavras e termos de busca do seu interesse), é a garantia de não se surpreender com uma repercussão indesejada de seu nome, marca ou serviço.

Na realidade as mídias sociais, são uma oportunidade para grandes empresas,

lojas e até para a “padaria da esquina” atender melhor sua clientela.

Lembrando que o cliente satisfeito é sempre a melhor propaganda, mas alguns itens básicos nessa comunicação não podem ser esquecidos:

  • Na rede o melhor modelo de vendas é o da transparência, portanto mantenha o andamento dos seus negócios disponível para acesso do cliente em tempo real sempre que possível.
  • Timing é tudo na interação, lembre que o tempo de resposta faz toda diferença.
  • Trabalhe na interação mostrando que pode ajudar e resolver a situação.
  • Torne a comunicação individualizada, tratando consumidor a consumidor.

Claro que nem todas as experiências tem obtido bons resultados, o ambiente é novo e exige falar a linguagem certa e ter o timing necessário no relacionamento com o consumidor.

Por isso, nos propomos a desenhar as estratégias de interação e comunicação certas para sua empresa, ajudando no monitoramento e no uso da sintaxe correta da rede, garantindo a agilidade e o impacto necessário, atuando nos pontos-chaves que permeiam o que chamamos hoje de SAC 2.0.

Facebook se renova e apresenta o Timeline

F8

F8

A festa das mídias sociais continua, e o Facebook apresenta sua mais nova mudança o Timeline, apresentado nessa quinta dia 22 na F8 Conference em San Francisco.

Segundo o CEO Mark Zuckerberg, com o Timeline será possível contar toda história de uma vida em uma só página, tornando a página de cada usuário na sua “Casa” na internet, não deixa de ser mais do mesmo, pois amplia a “troca” de privacidade dos usuários on-line por serviços de valor agregado ao internauta, que por ter sua experiência “turbinada” acaba aceitando e curtindo os benefícios da novidade.

A solução permite ir muito além do botão “Like”, possibilitando dividir os posts ano após ano, e com a opção Open Graph concentrar na nova barra “novidades”  todas informações involuntárias de aplicativos que após uma simples autorização, vão mostrar o que o usuário está fazendo, onde está ou qualquer conteúdo liberado pelo internauta.

Casa do Zezinho: Exemplo de como a web pode ajudar na colocação profissional

A convite dos professores da Web 2.0, projeto da Casa do Zezinho que busca através das mídias sociais levar a inclusão digital para comunidades carentes, fui conversar com as duas turmas, matutina e vespertina, sobre a minha experiência com internet e principalmente com Blog e Twitter.

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Sala de Web 2.0

O tema escolhido da exposição foi: “Mídias Sociais vão me ajudar no quê?” pois quis deixar a apresentação mais prática e focada em mercado de trabalho. Os jovens da Casa já estão familiarizados com a internet, navegam com facilidade pelos sites de relacionamento, jogos e músicas, tentei mostrar como poderiam conhecer outras pessoas e trabalhar se utilizando destas ferramentas.

Além de ajudar na inserção no mercado de trabalho, quis mostrar como as mídias sociais poderiam contribuir para a educação, pois podem funcionar como uma janela para o mundo, mostrar outras maneiras de se comunicar, outras pessoas e realidades, contribuindo assim para o desenvolvimento da cidadania, além de dar oportunidade de trabalho para quem se dedicar.

Como um bom exemplo do que a internet pode proporcionar, temos as duas “Zezinhas” freqüentadoras da turma de Web 2.0 que conquistaram seus empregos na loja virtual da Anabella Calçados, lá elas são responsáveis pelas Mídias Sociais da marca e por responder os clientes via email e telefone, além de trabalhar nas vendas online.

Usei o caso delas durante a minha conversa com os alunos da Web e também contei que o meu emprego na eComm, descobri pelo Twitter em uma conta especializada em divulgação de vagas na área de comunicação, mandei um email me apresentando, mostrei em quais redes eu estava e consegui a vaga!

Um dos murais

Um dos murais feitos pelas crianças

Depois das apresentações dei uma volta pela ONG e me surpreendi, o ambiente é uma delícia, em todos os lugares muitas cores, desenhos das crianças e alegria, tem tanta coisa para prestar atenção, como murais de sonhos, cartazes de fundo do mar, garrafas pet reutilizadas como canteiros. Em cada porta os Direitos das Crianças escritos em lindos mosaicos feitos pelos próprios zezinhos, um local de constante estímulo que desenvolve as habilidades e dá possibilidade a essas crianças e jovens.

Os tablets vão salvar a indústria jornalística

O título do post pode parecer estranho, pois algum tempo atrás dizia-se que a internet acabaria com a maneira com a qual as pessoas se relacionam com as mídias oficiais, até que surge o iPad e revistas e jornais percebem a possibilidade de um novo alcance e uma nova oportunidade, produzir seu material impresso em versão para tablets.

Na última  quinta-feira, 5 de maio, o The Telegraph Media Group anunciou sua versão para iPad, que custa quase 10 vezes menos por edição, que a versão impressa. Neste momento inicial existe uma divisão entre aqueles que estão cobrando por downloads de aplicativos e aqueles que optam por mantê-los gratuitos. O fato é que as editoras precisam ganhar dinheiro para ter sucesso, e por isso precisam explorar novos modelos de monetização.

O movimento feito pelo The Telegraph é positivo e nas próximas semanas, pode ser interessante para determinar o quanto os editores podem fazer dinheiro à partir de apps de jornais e revistas.

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Sempre conectados

A Apple e seu iPad são os líderes nesta tendência, recebendo cada vez mais aplicativos de notícias, um exemplo disso foi o aplicativo do jornal Wall Street, que em seus primeiros 4 meses de circulação gerou um total de US$ 2,4 milhões. O Financial Times não cobra por seus apps de iPad, no entanto, a receita superou £ 1.000.000 nos primeiros seis meses de 2011 através do aumento da publicidade.

Por que o iPad proporciona o aumento nos downloads de jornais e revistas e os smartphones não?

Se a ideia é a portabilidade, por que os celulares com acesso à internet ainda não foram capazes de disseminar os aplicativos de editoras?

Essas perguntas tem a mesma resposta: tamanho, por mais que os celulares sejam super práticos, sua tela ainda é muito pequena, os Tablets propiciam uma experiência de leitura mais completa, que lembra mais uma revista ou jornal.

Além de ser uma maneira mais econômica, a versão online é mais barata e não desperdiça papel, possibilita o rápido compartilhamento de informações, e se a pessoa ler algo interessante pode rapidamente colocar em seu Twitter ou Facebook.

Com os novos tablets e sua popularização, é esperada a modernização da indústria editorial e novas oportunidades de negócios na geração de conteúdo e informação de qualidade.

Marketing Digital para o site da Colunar

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Como parte das estratégias de Marketing digital elaboradas pela equipe da eComm, o site www.colunar.com.br teve mudanças no layout e a disponibilização de novos serviços visando melhorar seu posicionamento entre os websites do mundo todo. Com essas melhorias o site subiu no ranking mundial, teve o tempo médio de visitação maior  e uma queda na taxa de rejeição de mais da metade que possuia antes das mudanças.

As atualizações constantes do conteúdo do site, como a inclusão da página de depoimentos de pacientes já atendidos, o e-book disponível para download gratuito e as colunas sobre esporte e saúde, atraem novos visitantes, mas mantém a fidelidade daqueles que confiam  nos especialistas da Colunar. Além disso ampliou o seu relacionamento na internet trocando material relevante com outros médicos, fisioterapeutas e internautas.

As ações realizadas refletiram na quantidade de contatos realizados através de telefonemas e formulários de agendamento de consultas, agilizando ainda mais o diagnóstico e humanizando o relacionamento entre internauta e médico.

Os Aplicativos de foto e a possibilidade de alcançar novos clientes

Nova febre mundial, os aplicativos de compartilhamento de fotos, multiplicam em número de usuários e mostram-se uma nova mídia para as marcas com interesse neste público, isto é, os usuários de Smartphones. O  Instagram, disponível apenas para usuários da Apple, tem como concorrente o PicPlz, aplicativo para iPhone e para Android.

O Instagram  é o mais popular entre as empresas, primeiramente pela sua  taxa de crescimento em termos de utilizadores. Ele recebeu 100.000 inscrições em sua primeira semana e durante as 10 semanas seguintes, 1.000 mil usuários se inscreveram para o serviço. Atualmente, a plataforma tem cerca de 2 milhões registrados, embora não necessariamente ativos, que carregam em torno de 290 mil fotos por dia.

É fácil entender porque o  Instagram é tão popular. Seu estilo de interface é intuitivo: Os usuários só precisam tirar uma foto, aplicar um filtro opcional e clicar para compartilhar simultaneamente em várias redes sociais, incluindo uma rede do Instagram. Outros usuários podem “curtir” e comentar sobre as fotos e aumentar a popularidade de quem posta e o sistema de busca por palavras-chaves facilitar encontrar quem deve ser seguido.

Para as marcas, oferece uma maneira rápida e fácil de criar e compartilhar conteúdo visual graças à pesquisa dentro Instagram e a facilidade de navegar pelas funções, atrai novos clientes.

instantgram1O Instagram transmitiu seu interesse em acolher marcas no serviço quando ele introduziu um novo recurso de hashtags no final de janeiro. O Brisk Iced Tea, uma marca da Pepsico convidou os fãs a taguear suas fotos com # briskpic para concorrer a uma chance de ser estampado em uma lata, que será apresentada durante a conferência SXSW (http://sxsw.com/ ) no final deste mês. Mais de 1.500 fotos com a hashtag foram enviadas para Instagram até o dia 2/03.

Outras marcas estão usando o serviço de maneira menos formal para se envolver com os fãs de maneira diária, a dica é não ter medo de compartilhar as fotos e ver o que seus seguidores têm a dizer sobre elas, funcionando como um feedback instantâneo. Abaixo note como as interfaces são parecidas:

página de usuário

página de usuário do Instagram

página de usuário do picplz, versão mais popular para Android

página de usuário do picplz, versão mais popular para Android

Toda marca que for se aventurar pelos aplicativos de Smartphones não pode esquecer a missão primordial deles, compartilhar a paixão pela fotografia.

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