Tag: Venda online

M-Consumidores preferem sites ao invés de aplicativos

mobile-commerceDentre os consumidores britânicos que compraram pela internet através de tablets no Natal, a maioria optou por utilizar navegadores ao invés de aplicativos, segundo um estudo apresentado em janeiro de 2012 pela Zmags.  Dados do estudo mostram que enquanto os varejistas investem pesado na criação de aplicativos de m-commerce, apenas 4% dos compradores utilizam apps para fazer compras por meio de tablets ou smartphones.

“Os resultados da pesquisa tornam claro que os aplicativos, por si só, não estão atendendo às necessidades dos  consumidores ao navegarem e comprarem em sites móveis” explica W. Sean Ford, CMO e COO da Zmag.

Ford acrescenta que há grandes oportunidades a serem exploradas na criação de uma experiência de compra consistente em sites de mobile commerce, o que de fato é uma tarefa difícil em aplicativos.

O estudo também mostra que 87% dos usuários de tablets fizeram uso de tal dispositivo para realizar ao menos uma compra no Natal, enquanto o gasto médio foi de 325 dólares. Além disso, mais da metade dos inquiridos afirmam que realizaram consultas de produtos online enquanto estavam em estabelecimentos comerciais físicos.

A plataforma eCShop da eComm já vem com templates otimizados para iPhone, iPod touch, iPad e Android. Você já viu a nossa loja modelo/demonstração?  Clique aqui para acessar o site, ou utilize a imagem abaixo com um leitor QR code para acessar de seu celular ou tablet e testar a plataforma.

Veja a loja eCShop em seu tablet/smartphone

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Recordando os 5 pilares do e-commerce

Todo bom planejamento precisa de uma boa estruturação. Sem isso, o planejamento tende a ficar com brechas e o que foi previsto pelo profissional de planejamento estratégico digital pode não sair da forma que deveria sair. Por isso, um bom planejamento é muito, mas muito bem analisado antes de ser apresentado ao cliente e mais analisado ainda antes de ir para o ar.

A palavra pilares pode parecer antiga, remete as vezes às construções gregas, mas ela pode também ajudar o seu planejamento para evitar brechas. Se uma construção tiver uma simples brecha pode comprometer toda a estrutura e o prédio cair por não aguentar o peso. O engenheiro planeja e calcula os milímetros para que esses não virem as brechas. Os planners devem ir nesse aprofundamento, que confesso, nem sempre é tão simples ou possível.

Quando falamos em vendas, as brechas podem representar um prejuízo enorme a marca. O caso da FNAC, por exemplo, só não causou um prejuízo de milhões porque eles agiram rápido e a legislação brasileira foi a favor – acertadamente na minha opinião – da marca. Para quem não se lembra, por algumas horas e graças a um problema de programação, as pessoas poderiam comprar notebooks por R$ 1,00.

Por isso, quando se vai fazer um planejamento, analise bem alguns pilares para a sua construção de marca, construção de comunicação e construção de estratégia. Não tenha brechas e assim seja um grande sucesso para o e-commerce. Sucesso = vendas. Então, como planejar para uma loja vender? Aliás, vender bem!

Bons Produtos

O que você vende agrada a maioria ou a minoria? Se agrada a maioria, você por exemplo vende TV LCD, pode se pensar em altas vendas/lucros. Se você vende capas de acrílico do Japão para iPhones 4G branco, é um produto de nicho onde você pode se destacar, mas grandes lucros, fortunas serão difíceis de serem feitas.

Encontrabilidade

Seu usuário chegou à loja. Pode ser via Google, acesso direto, e-mail marketing, redes sociais. Não importa (nesse momento), o usuário chegou a loja e precisa encontrar o produto desejado. Não ache que o campo de busca será o suficiente. A usabilidade do site é essencial.

Atendimento

É fundamental atender, e bem, o seu cliente. Por mais que a sua empresa seja um mega varejista online, como a Casas Bahia por exemplo, é preciso sanar as dúvidas dos clientes. Uma dúvida sanada pode ser o passo final para uma compra; um atendimento bem feito pode gerar menções positivas nas redes.

Marketing Digital

Só é lembrando quem é visto. Não pensamos em Coca-Cola sempre que falam a palavra refrigerante à toa. Pensamos porque a marca investe – e muito – na mídia para aparecer. No e-commerce não tem segredo: é preciso aparecer. Sugiro começar com Buscapé e Links Patrocinados, pois são os canais que o e-consumidor vai antes de fazer qualquer pesquisa de produtos. Depois utilize banners, e-mail marketing para um canal mais direto com seus e-consumidores.

Logística

Entregue o produto. E no prazo! Simples assim. O consumidor pode esperar de 1h a 180 dias por um produto, desde que isso esteja estampado no site: “Para a cidade X (ou essa mensagem pode aparecer depois que o usuário calcular o frete) o produto demora de 2 a 3 dias úteis”. O usuário espera, mas se demorar 4 a 5 dias, perde-se a confiança. Confiança é tudo em um e-commerce e é esse o fator que fará a pessoa voltar ou não a uma loja online.

Por que o planejamento no e-commerce é fundamental ?

A participação do mercado varejista no mundo virtual, tem aumentado significativamente nos últimos anos e  a maior fatia desta participação é no e-commerce. Os varejistas são atraídos pela quantidade imensa de recursos, que a internet pode oferecer quando o assunto é a venda on-line.

Planejar, Executar, Controlar e (Re) Agir

Planejar, Executar, Controlar e (Re) Agir

Mas, como em todo negócio, seja ele uma loja física ou uma loja virtual, um planejamento equivocado ou até a ausência de um, pode decretar o fim precoce de uma operação. No e-commerce, esta é uma linha muito tênue, porém, nem sempre é levada a sério na hora de iniciar as operações na internet.

Vejam alguns dos erros mais comuns, na hora de iniciar as operações de e-commerce:

  • A visão geral do e-commerce, como uma estrutra de baixíssimo custo e fácil operação;
  • Investimento baixo ou nenhum (em alguns casos – OpenSources) em plataformas de e-commerce de baixa tecnologia e segurança;
  • Falta de plano de Marketing, realizado por profissionais especializados, de empresas qualificadas, sendo trocados pelo “faça você mesmo”;
  • Falta de estudo de mercado e pesquisas de viabilidade de vendas pela internet. Afinal, o produto vai vender ou não pela internet? Quem são os meus concorrentes? O que eles estão fazendo para divulgar seus produtos?
  • A falta de um canal de atendimento exclusivo para atender o usuário do e-commerce, o que acaba gerando insatisfação e a difícil fidelização do cliente.

Portanto, ao iniciar suas operações de venda na Internet, procure, mesmo que seja apenas para uma consultoria, pessoas experientes no mercado. A velocidade com que as inovações chegam na Web é muito rápida. Por isso é necessário ter profissionais qualificados ou contratar uma empresa experiente, com estratégias para acompanhar sempre de perto o seu target e constantemente atualizar seu plano de Marketing.

Lançamento Alibaba.com no Brasil

Alibaba.com, o maior portal de comércio eletrônico B2B, chega ao Brasil através de uma parceria com a Ludatrade Tecnologia, empresa brasileira pertencente ao Grupo Luda, sediado em Hong Kong com mais de 30 anos de experiência no comércio exterior.

O objetivo dessa parceria é facilitar o processo de exportação de empresas PME brasileiras, através da internet, alavancando seus negócios, bem como permitir a busca de novos fornecedores no mercado externo que possam suprir as necessidades das empresas brasileiras.

Com foco nas pequenas e médias empresas brasileiras, principalmente dos setores de agropecuária, construção civil, alimentos, bebidas e têxtil, as empresas aliam o know how online da Alibaba.com e sua base de clientes mundial à experiência no comércio exterior da Luda Group tendo como objetivo ajudar o Brasil a assumir um papel ainda mais significativo no mercado internacional, exportando maior quantidade de artigos industrializados para outros países.

Site Alibaba.com

Site Alibaba.com

Vendas pela Internet tem crescimento de 30% e chegam a R$ 10,6 bilhões

A eComm te auxilia no aumento de suas vendas on-line

O aumento nas vendas é progressivo.

O  comércio eletrônico fechou o ano passado com faturamento de R$ 10,6 bilhões, um crescimento de 30% sobre os R$ 8,2 bilhões de 2008, segundo dados da empresa de pesquisa e-bit divulgados nesta terça-feira (16).

O número de consumidores passou para 17,6 milhões de pessoas com alta de 33% em relação a 2008. No ano passado, o valor médio das compras (tíquete médio) ficou em R$ 335,00 (aumento de 2% ante o exercício anterior).

As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros, saúde, beleza e medicamentos, eletrodomésticos, informática e eletrônicos.

Segundo a e-bit, os preços na internet no ano passado sofreram uma pressão de queda em razão da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca (fogões, geladeiras, lavadoras e tanquinhos).

Para 2010, a estimativa é de que as vendas pela internet cheguem a R$ 13,6 bilhões, com nova alta 30%, com os consumidores atingindo o recorde de 23 milhões (alta de 35%). A Copa do Mundo deve alavancar o crescimento neste semestre, com a comercialização de TVs de telas planas e artigos esportivos.

Conte com a eComm neste caminho das vendas virtuais, nossa equipe com mais de 10 anos de experiência em e-commerce terá prazer em apresentar soluções como a eCShop, que é hoje uma das mais completas e robustas soluções do mercado de venda online. Entre em contato com nossos especialistas.


Publicidade online tem grande momento no Brasil

Nessa quarta feira (10/Fev) participamos de evento de mídia web, com apresentação da nova pesquisa IBOPE Nielsen Online, que quantificou o número de internautas do país em mais de 66,3 milhões em dezembro de 2009, consolidando o crescimento das classes C e D no perfil da composição dos usuários ativos na rede.

Fonte: IBOPE Nielsen Online- NetView

Fonte: IBOPE Nielsen Online- NetView

A pesquisa mostra grande tendencia à popularização da internet onde a soma desse perfil de renda já ultrapassa as classes A e B.

Falando sobre publicidade, a diretora executiva do IBOPE Nielsen Online para o Brasil Cris Rother, mostrou o grande salto do mercado que teve em DEZ/09 mais de 4.491 campanhas realizadas por 1.784 diferentes anunciantes.
(Pesquisa AdRelevance – Ibope Nielsen Online)

Para o comércio eletrônico o cenário também é muito positivo, já que em dezembro último, mais de 25 milhões de brasileiros entraram em sites de venda online.

A eComm além de acompanhar de perto a evolução do mercado, tem soluções prontas para atender as demandas crescentes do Marketing Digital e do Comércio Eletrônico, visite nosso site e entre em contato para agendar uma conversa.

Varejo online brasileiro com taxas incríveis de crescimento no Natal

Vendas online aquecidas em 2009

Vendas online aquecidas em 2009

O Brasil segundo a mais recente pesquisa do IBGE tem cerca de 56 milhões de usuários ativos na rede. O número já é bem representativo e mostra como o comércio eletrônico é uma realidade de mercado para empresas de diversos
setores.

Se o Natal de 2009 foi excelente para o varejo com crescimento de 6,8% em relação a 2008, para o ecommerce a coisa foi bem mais impressionante com crescimento de 28% no ano. (Serasa Experian)

De forma complementar, o levantamento da e-bit realizado entre 15/Nov e 24/Dez, mostra também que o consumidor têm buscado produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos invertendo a tendência anterior de itens mais baratos como Livros, CDs e DVDs.

Aqui na eComm visualizamos um cenário positivo para as vendas online em 2010, lembrando que o Electronic Marketplace também é vivo e dinâmico, por isso o momento é de investir em planejamento de ações online usando todas ferramentas possíveis, aliadas a soluções mercadológicas e tecnológicas que possibilitem a análise do que realmente acontece em sua operação online.

BONS NEGÓCIOS DIGITAIS EM 2010

Movimento Internet Segura

Movimento Internet Segura

Movimento Internet Segura

O Movimento Internet Segura (MIS), com o apoio da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Camara-e.net anunciaram a criação de um selo voltado a validar a segurança dos sites de comércio online, e se propõe à partir de 2010 a auditar a segurança dos sites de venda virtual.

Nessa última quinta feira (26/11), participamos da Coletiva Virtual da entidade, que através do seu coordenador Sr. Djalma Andrade e do consultor Sr. Gastão Mattos, esclareceram as tendências e perspectivas do Comércio eletrônico para o fim do ano e 2010.

Confiram aqui os principais destaques da coletiva:

  • Atualmente as lojas virtuais nacionais comercializam mais de 500 mil itens diferentes.
  • Os campeões em volume de vendas continuam a ser os livros e cds, contudo no faturamento, os eletrônicos e artigos de informática são os itens de maior resultado.
  • Quanto a segurança os especialistas comentaram que a recomendacao inicial é verificar o histórico da loja e na dúvida preferir lojas conhecidas.  Se não for o caso, os clientes devem validar o cnpj da loja e preferir pagar com cartões de crédito, pois de certa forma, eles validam a integridade da operação e permitem a conferência e até mesmo o cancelamento da compra através das operadoras de cartão.
  • A estimativa de vendas de bens de consumo na WEB para o ano de 2009 é superior a R$ 10 Bilhões, excluindo do cálculo os sites de leilão e de Turismo que devem ter um incremento adicional no faturamento nessa época do ano.
  • O ticket médio das vendas no Brasil se mantém inalterado nos últimos anos e sua média é de R$ 300,00.
  • O volume de vendas nas 3 semanas que antecedem ao Natal, equivale a 2 meses de vendas normais, com grande impacto sobre as entregas. Uma boa sugestão é antecipar as compras para evitar os picos dos últimos dias antes das festas de fim de ano.

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