Categoria: MKT Digital

Facebook se renova e apresenta o Timeline

F8

F8

A festa das mídias sociais continua, e o Facebook apresenta sua mais nova mudança o Timeline, apresentado nessa quinta dia 22 na F8 Conference em San Francisco.

Segundo o CEO Mark Zuckerberg, com o Timeline será possível contar toda história de uma vida em uma só página, tornando a página de cada usuário na sua “Casa” na internet, não deixa de ser mais do mesmo, pois amplia a “troca” de privacidade dos usuários on-line por serviços de valor agregado ao internauta, que por ter sua experiência “turbinada” acaba aceitando e curtindo os benefícios da novidade.

A solução permite ir muito além do botão “Like”, possibilitando dividir os posts ano após ano, e com a opção Open Graph concentrar na nova barra “novidades”  todas informações involuntárias de aplicativos que após uma simples autorização, vão mostrar o que o usuário está fazendo, onde está ou qualquer conteúdo liberado pelo internauta.

Casa do Zezinho: Exemplo de como a web pode ajudar na colocação profissional

A convite dos professores da Web 2.0, projeto da Casa do Zezinho que busca através das mídias sociais levar a inclusão digital para comunidades carentes, fui conversar com as duas turmas, matutina e vespertina, sobre a minha experiência com internet e principalmente com Blog e Twitter.

casaz1

Sala de Web 2.0

O tema escolhido da exposição foi: “Mídias Sociais vão me ajudar no quê?” pois quis deixar a apresentação mais prática e focada em mercado de trabalho. Os jovens da Casa já estão familiarizados com a internet, navegam com facilidade pelos sites de relacionamento, jogos e músicas, tentei mostrar como poderiam conhecer outras pessoas e trabalhar se utilizando destas ferramentas.

Além de ajudar na inserção no mercado de trabalho, quis mostrar como as mídias sociais poderiam contribuir para a educação, pois podem funcionar como uma janela para o mundo, mostrar outras maneiras de se comunicar, outras pessoas e realidades, contribuindo assim para o desenvolvimento da cidadania, além de dar oportunidade de trabalho para quem se dedicar.

Como um bom exemplo do que a internet pode proporcionar, temos as duas “Zezinhas” freqüentadoras da turma de Web 2.0 que conquistaram seus empregos na loja virtual da Anabella Calçados, lá elas são responsáveis pelas Mídias Sociais da marca e por responder os clientes via email e telefone, além de trabalhar nas vendas online.

Usei o caso delas durante a minha conversa com os alunos da Web e também contei que o meu emprego na eComm, descobri pelo Twitter em uma conta especializada em divulgação de vagas na área de comunicação, mandei um email me apresentando, mostrei em quais redes eu estava e consegui a vaga!

Um dos murais

Um dos murais feitos pelas crianças

Depois das apresentações dei uma volta pela ONG e me surpreendi, o ambiente é uma delícia, em todos os lugares muitas cores, desenhos das crianças e alegria, tem tanta coisa para prestar atenção, como murais de sonhos, cartazes de fundo do mar, garrafas pet reutilizadas como canteiros. Em cada porta os Direitos das Crianças escritos em lindos mosaicos feitos pelos próprios zezinhos, um local de constante estímulo que desenvolve as habilidades e dá possibilidade a essas crianças e jovens.

Os tablets vão salvar a indústria jornalística

O título do post pode parecer estranho, pois algum tempo atrás dizia-se que a internet acabaria com a maneira com a qual as pessoas se relacionam com as mídias oficiais, até que surge o iPad e revistas e jornais percebem a possibilidade de um novo alcance e uma nova oportunidade, produzir seu material impresso em versão para tablets.

Na última  quinta-feira, 5 de maio, o The Telegraph Media Group anunciou sua versão para iPad, que custa quase 10 vezes menos por edição, que a versão impressa. Neste momento inicial existe uma divisão entre aqueles que estão cobrando por downloads de aplicativos e aqueles que optam por mantê-los gratuitos. O fato é que as editoras precisam ganhar dinheiro para ter sucesso, e por isso precisam explorar novos modelos de monetização.

O movimento feito pelo The Telegraph é positivo e nas próximas semanas, pode ser interessante para determinar o quanto os editores podem fazer dinheiro à partir de apps de jornais e revistas.

ipad_reading_magazine

Sempre conectados

A Apple e seu iPad são os líderes nesta tendência, recebendo cada vez mais aplicativos de notícias, um exemplo disso foi o aplicativo do jornal Wall Street, que em seus primeiros 4 meses de circulação gerou um total de US$ 2,4 milhões. O Financial Times não cobra por seus apps de iPad, no entanto, a receita superou £ 1.000.000 nos primeiros seis meses de 2011 através do aumento da publicidade.

Por que o iPad proporciona o aumento nos downloads de jornais e revistas e os smartphones não?

Se a ideia é a portabilidade, por que os celulares com acesso à internet ainda não foram capazes de disseminar os aplicativos de editoras?

Essas perguntas tem a mesma resposta: tamanho, por mais que os celulares sejam super práticos, sua tela ainda é muito pequena, os Tablets propiciam uma experiência de leitura mais completa, que lembra mais uma revista ou jornal.

Além de ser uma maneira mais econômica, a versão online é mais barata e não desperdiça papel, possibilita o rápido compartilhamento de informações, e se a pessoa ler algo interessante pode rapidamente colocar em seu Twitter ou Facebook.

Com os novos tablets e sua popularização, é esperada a modernização da indústria editorial e novas oportunidades de negócios na geração de conteúdo e informação de qualidade.

Marketing Digital para o site da Colunar

site_layout_colunar

Como parte das estratégias de Marketing digital elaboradas pela equipe da eComm, o site www.colunar.com.br teve mudanças no layout e a disponibilização de novos serviços visando melhorar seu posicionamento entre os websites do mundo todo. Com essas melhorias o site subiu no ranking mundial, teve o tempo médio de visitação maior  e uma queda na taxa de rejeição de mais da metade que possuia antes das mudanças.

As atualizações constantes do conteúdo do site, como a inclusão da página de depoimentos de pacientes já atendidos, o e-book disponível para download gratuito e as colunas sobre esporte e saúde, atraem novos visitantes, mas mantém a fidelidade daqueles que confiam  nos especialistas da Colunar. Além disso ampliou o seu relacionamento na internet trocando material relevante com outros médicos, fisioterapeutas e internautas.

As ações realizadas refletiram na quantidade de contatos realizados através de telefonemas e formulários de agendamento de consultas, agilizando ainda mais o diagnóstico e humanizando o relacionamento entre internauta e médico.

Os Aplicativos de foto e a possibilidade de alcançar novos clientes

Nova febre mundial, os aplicativos de compartilhamento de fotos, multiplicam em número de usuários e mostram-se uma nova mídia para as marcas com interesse neste público, isto é, os usuários de Smartphones. O  Instagram, disponível apenas para usuários da Apple, tem como concorrente o PicPlz, aplicativo para iPhone e para Android.

O Instagram  é o mais popular entre as empresas, primeiramente pela sua  taxa de crescimento em termos de utilizadores. Ele recebeu 100.000 inscrições em sua primeira semana e durante as 10 semanas seguintes, 1.000 mil usuários se inscreveram para o serviço. Atualmente, a plataforma tem cerca de 2 milhões registrados, embora não necessariamente ativos, que carregam em torno de 290 mil fotos por dia.

É fácil entender porque o  Instagram é tão popular. Seu estilo de interface é intuitivo: Os usuários só precisam tirar uma foto, aplicar um filtro opcional e clicar para compartilhar simultaneamente em várias redes sociais, incluindo uma rede do Instagram. Outros usuários podem “curtir” e comentar sobre as fotos e aumentar a popularidade de quem posta e o sistema de busca por palavras-chaves facilitar encontrar quem deve ser seguido.

Para as marcas, oferece uma maneira rápida e fácil de criar e compartilhar conteúdo visual graças à pesquisa dentro Instagram e a facilidade de navegar pelas funções, atrai novos clientes.

instantgram1O Instagram transmitiu seu interesse em acolher marcas no serviço quando ele introduziu um novo recurso de hashtags no final de janeiro. O Brisk Iced Tea, uma marca da Pepsico convidou os fãs a taguear suas fotos com # briskpic para concorrer a uma chance de ser estampado em uma lata, que será apresentada durante a conferência SXSW (http://sxsw.com/ ) no final deste mês. Mais de 1.500 fotos com a hashtag foram enviadas para Instagram até o dia 2/03.

Outras marcas estão usando o serviço de maneira menos formal para se envolver com os fãs de maneira diária, a dica é não ter medo de compartilhar as fotos e ver o que seus seguidores têm a dizer sobre elas, funcionando como um feedback instantâneo. Abaixo note como as interfaces são parecidas:

página de usuário

página de usuário do Instagram

página de usuário do picplz, versão mais popular para Android

página de usuário do picplz, versão mais popular para Android

Toda marca que for se aventurar pelos aplicativos de Smartphones não pode esquecer a missão primordial deles, compartilhar a paixão pela fotografia.

Gestão de Crises nas mídias sociais (Palestra de Martha Gabriel na Anhembi Morumbí)

palestra_martha

Nessa quinta-feira, 24 de fevereiro, cerca de 700 pessoas puderam acompanhar a exposição da professora Martha Gabriel sobre Gestão de Crises neste ambiente das Mídias Sociais.

Como “Crise” foi definida como qualquer situação que ameace causar danos a uma entidade, seus stakeholders, colaboradores ou o público geral, sendo possível separá-las em dois tipos:  Evento ou de Informação, para ilustrar o primeiro tipo ela  falou do Case da US Airways, o avião que caiu sobre o rio Hudson. A foto do avião sobre as águas do rio foi a mais tuitada de todos os tempos.

A solução para uma crise de evento é mostrar que o fato não irá se repetir e trabalhar a mudança da imagem negativa nas mídias.

Já numa crise de Informação, sabemos que o tempo necessário para uma notícia se espalhar pelo mundo digitalizado é dois minutos, e uma opinião mal colocada em um perfil de Twitter de uma empresa pode ter grande impacto, como case deste tipo de crise, a palestrante citou o Vodafone UK SAC 2009, onde algum funcionário descontente usou o perfil da empresa para falar palavrões, cabendo a empresa assumir o erro, se desculpando prontamente, adotando a melhor atitude nesse tipo de crise.

Em momento de crise de informação, nunca finja que o fato não aconteceu, peça desculpa e assuma o fato. É preciso lembrar que “as pessoas esquecem, mas a internet não”, está acaba atuando como uma memória permanente dos fatos e eventos ocorridos.

Nas mídias sociais, as crises de evento tornaram-se mais visíveis e as crises informacionais, tornaram-se mais prováveis de acontecer e de ganhar visibilidade. Estando ou não nas plataformas das novas mídias você será falado, seja por um cliente, funcionário ou alguém que nem conhece sua marca/empresa, mas que poderá falar mal tanto da marca como de seus produtos e serviços.

A descontextualização dos fatos e a fragmentação das informações favorece mal entendidos, e se a empresa não estiver já preparada para contornar crises, e gerenciar riscos, será mais difícil para ela se adaptar a esse ambiente.

Como as mídias sociais afetam uma crise?

Negativamente elas aumentaram a freqüência de respostas, o que conta agora é a velocidade, deve-se evitar o vácuo informacional, o alcance agora é global, aumentou a visibilidade, qualquer problema é facilmente visto por milhares de pessoas e para permanecer nas mídias tornou-se indispensável ter uma estratégia de SEO (Link para a WIKI).

Mas também existem pontos positivos, já que podemos mensurar o impacto, avaliar e buscar uma melhora em tempo real, e o diálogo com o cliente tornou-se contínuo e a duração da atenção numa crise diminuiu, pois em pouco tempo outra toma o lugar.

Blindagem contra crises:

Sabendo que todos passaremos por algum tipo de crise, a saída é estar preparado, conhecer os telhados de vidro, (re)conhecer nossos laços fortes, aqueles que nos defenderão ou atacarão ferozmente em momento delicado, identificar os influenciadores, aonde estão os hubs de cada área e ter uma boa estratégia de conteúdo, com textos, vídeos, recomendações em vários canais, mostrando a seriedade e a especialização de sua empresa.

Martha enfatizou que o profissional responsável por controlar as crises é o Relações Públicas, que junto ao alto escalão da empresa tomará as decisões cabíveis para cada tipo de problema.

Para conhecer  os Slides da apresentação, clique aqui.

Google continua líder entre os buscadores do Brasil, mas Bing e UOL apresentam crescimento

Segundo relatório do Hitwise, serviço da Serasa Experian para marketing digital,  o Google Brasil respondeu por 92,15% de todas as buscas realizadas nas 12 semanas anteriores a 29 de janeiro de 2011. O buscador Bing ocupou o segundo lugar, com 3,67%, alta de 2.32%, na comparação anterior, em que ocupava o terceiro lugar.

Entre os Top 10 buscadores mais usados pelos internautas brasileiros estão o Google.com, em terceira posição com 2,06%; seguido pelo Google Portugal, com 0,94%; o Yahoo! Brasil, com 0,62%; o buscador do UOL, com 0,23%; Ask.com, com 0,14%; Yahoo.com, com 0,077%; o Google Espanha, com 0,026% e o Google Reino Unido, com 0,016%.

mecanismosdebusca

Além da procura,  Hitwise também informou as taxas de sucesso dos buscadores, isto é, a porcentagem de usuários que entra em sites após procurá-lo no site de busca. O Buscador UOL e o Bing obtiveram as duas mais altas taxas de sucesso dos top 10 buscadores no período de 12 semana terminado em 29 de janeiro de 2011, 88,68% e 84,64% respectivamente. Isto significa que para ambos os mecanismos de busca, mais de 80% das buscas executadas resultaram em visita a um site. O Yahoo.com atingiu 80,34%, seguido do Yahoo! Brasil, com 79,22%. O Google Brasil ficou com 72,89% de taxa de sucesso.

Os dados brasileiros indicaram que a maior parte das buscas convertidas em visita se concentraram em duas ou três palavras, exceto no Bing, lá quase metade das buscas se concluem com apenas uma palavra-chave.

É de se esperar que com esta taxa de sucesso e a facilidade em buscar sites no Bing, que este apresente um futuro mais competitivo no mercado brasileiro de buscas no longo prazo, como afirmou Juliano Marcílio, presidente da Unidade de Marketing Services da Serasa Experian para América Latina e executivo responsável pela pesquisa do Hitwise.

Buscas com três palavras são maioria

As buscas contendo três palavras foram 21,45% do total daquelas realizadas no trimestre terminado em 29 de janeiro de 2010, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 20,84%, e uma palavra, 19,58%. As buscas contendo quatro palavras somaram 13,60% do total, enquanto aquelas contendo cinco palavras totalizaram 9,92%.

quantidade

Esta pesquisa pode ajudar a orientar os profissionais na hora de as palavras-chave de seus sites e blogs e mostrar que há novas opções para anunciar fora do Google.

Uma Maratona na Campus Party 2011

Esse ano acompanhei de perto a Campus Party 2011,  a quarta edição foi realmente um grande evento, para quem não conhece é muito mais que um Woodstock Geek, é uma mistura de Desconferência, Convívio Social, Networking e Mega Lan House.

Um dos grandes destaques desse ano foram as palestras e oficinas da área de Social Media, com a presença de agências, profissionais de mídia, blogueiros, jornalistas, ativistas sociais, políticos e tecnólogos em geral.

Aproveitei o espaço de Mídias Sociais para conhecer pessoalmente e rever uma galera que normalmente me relaciono através do Twitter ou por email, o que é sempre legal, mas os pontos fortes foram as apresentações de SEO (Search Engine Optimization),  o Painel de Blogs x Jornalismo e o Workshop de Social Media realizado no Sábado e que despertou grande interesse.

campus_party_ms

Para nós da eComm, o mais emocionante da Campus Party ficou para a Quinta Feira, quando em parceria com o Instituto Sylvio Passarelli, levamos cerca de 50 jovens da ONG Casa do Zezinho, para visitar o evento e participar do Batismo Digital, onde todos receberam os certificados de participação e puderam ter contato com as mais novas tecnologias e ferramentas da internet.

Conheçam mais sobre o projeto “Democratizando a Web 2.0″, que realizamos na Casa do Zezinho desde 2009, e a presença dos zezinhos na Campus 2010.

campus_party_zezinho

Entre os palestrantes internacionais como Al Gore, Tim Berners-Lee (Um dos inventores da Web), Jon “Maddog” Hall (Linux International), o destaque foi o tímido Steve Wozniak, um dos fundadores da Apple e engenheiro responsável pelos primeiros computadores pessoais. IWoz como muitas vezes é chamado, foi o pop-star do evento de 2011 e deu provas do verdadeiro GEEK PRIDE, pois além de contar sua história e filosofia de vida, mostrou humildade e paciência de assinar cópias de seu livro “iWoz” durante quase 04 horas no abafado Centro de Covenções Imigrantes.

Claro que a CParty tem que se preparar melhor, as filas e quedas de rede e energia, não só pararam atividades em andamento, como fizeram palestras interessantes serem interrompidas, sem espaço para reposição do conteúdo em outra oportunidade, mas por outro lado esses eventos mostraram o lado bem humorado dos participantes, que mesmo nos protestos, usaram de bom humor e senso crítico que manteve o espírito da festa.

Que venha a Campus Party 2012, estaremos lá e torcemos para que continue sendo um grande ponto de conexão de pessoas, idéias e tecnologia na sempre mutante Internet Brasil.

A decisão do consumidor nas mídias sociais

O marketing bebeu durante anos na metáfora do Funil, onde a decisão do consumidor passava pelo “enxugamento” de opções da boca do funil até a decisão de compra propriamente dita.

Tal conceito levou ao uso de técnicas de push marketing, onde o consumidor é abordado pelas ações de divulgação em diversos pontos de contato, levando-o numa trajetória que a partir da apresentação do produto/marca, o leva a considerar e finalmente decidir pela compra.

Funil de Vendas Tradicional

Funil de Vendas Tradicional

Nesse caso, após a compra, a relação marca/consumidor tem como foco o uso do produto ou serviço.

Mas a tecnologia está mudando esse tipo de relação, através de novos canais fora do controle de fabricantes e comerciantes, pois atualmente o indivíduo após a compra continua se relacionando com a marca através das mídias sociais.

Para o marketing digital o importante é compreender os novos caminhos do processo de decisão de compras, onde o consumidor se vê muito influenciado por experiências próprias e de terceiros, fazendo com que o Uso, Elogio e Vínculo das marcas e produtos, muitas vezes ignorados nas estratégias de marketing tradicionais, seja materia prima útil na construção do seu relacionamento com o mercado.

Outro fator relevante é o processo de gestão de mídias, que usualmente se preocupa somente com os meios pagos, ignorando o poder da marca como mídia ( leia + sobre Owned Media no Mashable) através de sites, blogs e afins, além da “mídia ganha” como em comunidades de fãs, testes de uso, fotos, vídeos e resenhas on-line de consumidores e blogueiros.

O uso das “novas mídias” deve levar o marketing a cumprir funções inovadoras, usando o meio para obter informações sobre o cliente ( não para vender), aproveitando sua velocidade e alcance, além de seguir com atenção as “regras” tácitas do diálogo e interação com os usuários no dia a dia.

Confiram o gráfico do processo de tomada de decisão do consumidor na era digital e vejam como o vínculo entre a marca e o consumidor entrou em um novo ciclo, onde o marketing deve buscar seu engajamento passo a passo e de forma natural, se inserindo no Looping da Fidelidade com a marca.

Consumidor moderno

Palestra de Digital Marketing no IED

IED

IED

Nesse último dia 04/Out, estive no IED São Paulo (Instituto Europeo di Design) convidado pela especialista em Marketing, consultora da Cavalera e Professora da Pós Graduação Denise Bergamin.

A palestra foi interessante com o pessoal comentando os prós e contras das mídias sociais e seu impacto no mundo da moda e no relacionamento humano.

Outro item que despertou interesse, foi o conceito de PROSUMER, que coloca o consumidor moderno como participante efetivo da criação e concepção de produtos e serviços.

Os alunos do IED estão criando um projeto de Ecommerce para Beach Wear, com foco no mercado nacional e internacional, e foi possível trocarmos idéias sobre as dificuldades de um projeto como esse e como o Comércio Eletrônico tende a se transformar em commodity num futuro próximo.

Para fazer o download da apresentação – clique aqui.

Denise Bergamin (IED) e Luis Otávio Lopes (eComm)

Denise Bergamin (IED) e Luis Otávio Lopes (eComm)

WordPress Themes