Categoria: Internet

PhotoVine do Google ganha site teaser

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"plante" uma foto, assista-a crescer

O novo sistema de compartilhamento de fotos do Google ganha site na web apesar de seu aplicativo para celulares ainda não ter sido lançado. O site photovine.com, atualmente possui uma imagem de um gadget - curiosamente, o dispositivo na imagem é um iPhone e não um Android – com uma breve descrição e promessa do produto : “Photovine é uma maneira divertida de saber mais sobre seus amigos, conhecer novas pessoas e compartilhar o seu mundo como nunca antes. ”

O site também contém uma Política de Privacidade que diz: “Photovine é oferecido por Slide (parte do Google Inc)”, bem como uma página de suporte que explica alguns detalhes sobre o projeto.

“Photovine é uma comunidade que está sobre a criação de coleções divertidas e originais de fotografias que chamamos de vinhas” a página de suporte, diz, explicando que a videira é “como uma família sempre crescente de fotos conectadas através de uma legenda comum criada por você, seus amigos, e pessoas de todo o mundo”. O Google também deixa claro que não tolerará qualquer tipo de  fotos. ”Como regra geral, se você não gostaria que sua família a visse (a foto), você provavelmente não a deveria ter postado”, diz a página de suporte.

Neste ponto não está claro se esse projeto está ligado a recém-lançada rede social, Google +, pois parece ser um produto independente. O PhotoVine é parte da estratégia do gigante da web para manter-se no posto, abalado com o aparecimento do Facebook e do Bing.

Mais no site Business Insider.

Número de residências com acesso à internet ultrapassa 55 milhões

Com estes novos dados, o número de usuários ativos de internet apresentou crescimento de 23% em um ano.

O total de pessoas com acesso à internet no trabalho ou em domicílios chegou a 58,6 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Considerando somente os domicílios, o número de pessoas que moram em residências em que há a presença de computador com internet já é de 55,5 milhões.

Evolução do número de usuários ativos em três momentos, maio de 2009, maio de 2010 e maio de 2011

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Comparação entre número de usuários em domicílios e trabalho e domicílios no Brasil.

O crescimento do uso da internet em domicílios é ainda maior. Das 55,5 milhões de pessoas com acesso domiciliar, o número de usuários ativos em maio de 2011 chegou a 37,2 milhões, ou 30% mais que os 28,5 milhões de maio de 2010. Em dois anos, o total de usuários ativos mensais em residências cresceu 46%.

Casa do Zezinho: Exemplo de como a web pode ajudar na colocação profissional

A convite dos professores da Web 2.0, projeto da Casa do Zezinho que busca através das mídias sociais levar a inclusão digital para comunidades carentes, fui conversar com as duas turmas, matutina e vespertina, sobre a minha experiência com internet e principalmente com Blog e Twitter.

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Sala de Web 2.0

O tema escolhido da exposição foi: “Mídias Sociais vão me ajudar no quê?” pois quis deixar a apresentação mais prática e focada em mercado de trabalho. Os jovens da Casa já estão familiarizados com a internet, navegam com facilidade pelos sites de relacionamento, jogos e músicas, tentei mostrar como poderiam conhecer outras pessoas e trabalhar se utilizando destas ferramentas.

Além de ajudar na inserção no mercado de trabalho, quis mostrar como as mídias sociais poderiam contribuir para a educação, pois podem funcionar como uma janela para o mundo, mostrar outras maneiras de se comunicar, outras pessoas e realidades, contribuindo assim para o desenvolvimento da cidadania, além de dar oportunidade de trabalho para quem se dedicar.

Como um bom exemplo do que a internet pode proporcionar, temos as duas “Zezinhas” freqüentadoras da turma de Web 2.0 que conquistaram seus empregos na loja virtual da Anabella Calçados, lá elas são responsáveis pelas Mídias Sociais da marca e por responder os clientes via email e telefone, além de trabalhar nas vendas online.

Usei o caso delas durante a minha conversa com os alunos da Web e também contei que o meu emprego na eComm, descobri pelo Twitter em uma conta especializada em divulgação de vagas na área de comunicação, mandei um email me apresentando, mostrei em quais redes eu estava e consegui a vaga!

Um dos murais

Um dos murais feitos pelas crianças

Depois das apresentações dei uma volta pela ONG e me surpreendi, o ambiente é uma delícia, em todos os lugares muitas cores, desenhos das crianças e alegria, tem tanta coisa para prestar atenção, como murais de sonhos, cartazes de fundo do mar, garrafas pet reutilizadas como canteiros. Em cada porta os Direitos das Crianças escritos em lindos mosaicos feitos pelos próprios zezinhos, um local de constante estímulo que desenvolve as habilidades e dá possibilidade a essas crianças e jovens.

Os tablets vão salvar a indústria jornalística

O título do post pode parecer estranho, pois algum tempo atrás dizia-se que a internet acabaria com a maneira com a qual as pessoas se relacionam com as mídias oficiais, até que surge o iPad e revistas e jornais percebem a possibilidade de um novo alcance e uma nova oportunidade, produzir seu material impresso em versão para tablets.

Na última  quinta-feira, 5 de maio, o The Telegraph Media Group anunciou sua versão para iPad, que custa quase 10 vezes menos por edição, que a versão impressa. Neste momento inicial existe uma divisão entre aqueles que estão cobrando por downloads de aplicativos e aqueles que optam por mantê-los gratuitos. O fato é que as editoras precisam ganhar dinheiro para ter sucesso, e por isso precisam explorar novos modelos de monetização.

O movimento feito pelo The Telegraph é positivo e nas próximas semanas, pode ser interessante para determinar o quanto os editores podem fazer dinheiro à partir de apps de jornais e revistas.

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Sempre conectados

A Apple e seu iPad são os líderes nesta tendência, recebendo cada vez mais aplicativos de notícias, um exemplo disso foi o aplicativo do jornal Wall Street, que em seus primeiros 4 meses de circulação gerou um total de US$ 2,4 milhões. O Financial Times não cobra por seus apps de iPad, no entanto, a receita superou £ 1.000.000 nos primeiros seis meses de 2011 através do aumento da publicidade.

Por que o iPad proporciona o aumento nos downloads de jornais e revistas e os smartphones não?

Se a ideia é a portabilidade, por que os celulares com acesso à internet ainda não foram capazes de disseminar os aplicativos de editoras?

Essas perguntas tem a mesma resposta: tamanho, por mais que os celulares sejam super práticos, sua tela ainda é muito pequena, os Tablets propiciam uma experiência de leitura mais completa, que lembra mais uma revista ou jornal.

Além de ser uma maneira mais econômica, a versão online é mais barata e não desperdiça papel, possibilita o rápido compartilhamento de informações, e se a pessoa ler algo interessante pode rapidamente colocar em seu Twitter ou Facebook.

Com os novos tablets e sua popularização, é esperada a modernização da indústria editorial e novas oportunidades de negócios na geração de conteúdo e informação de qualidade.

Os incríveis 5 anos do Twitter

Através das idéias de Jack Dorsey , que em meados de 2000 esboçou as bases do Twitter, começou a nascer a ferramenta de comunicação que marca o poder do usuário na disseminação de informações no mundo digital.

Selecionamos com base nos posts de Jack, algumas imagens que mostram o nascimento da ferramenta, que em 140 caracteres por mensagem nos ajudam a traçar a história das redes sociais.

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Mas somente 6 anos depois a idéia começou a virar um projeto, ganhando design e forma em formato digital, ainda como TWTRR, sua forma abreviada.

O primeiro tweet teve sua estréia universal, no dia 21 de Março de 2006, com o próprio Dorsey chamando amigos e colegas para conhecer o serviço.

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Após sua estréia foram precisos 3 anos, dois meses e um dia para TWITTER alcançar 1.000.000.000 de mensagens transacionadas, valor que atualmente é usual na contagem de mensagens enviadas pelos participantes.

Nesses anos de história, podemos destacar alguns momentos como a morte de Michael Jackson (25/Julho/2009), onde se processou mais de 456 tweets por segundo, ou durante eventos políticos e esportivos como a eleição de Barack Obama e a Copa do Mundo da África do Sul.

Mas o recorde atual de utilização se deu na passagem de ano de 2010 para 2011, onde foram enviadas 6.939 tweets por segundo, como podemos consultar no Blog Oficial.
Nos últimos meses foram enviadas em média 140 milhões de tweets por dia e criadas cerca de 460 mil novas contas.

Para o futuro o Twitter deve crescer com base em aplicações de acessos móveis que em 2010 cresceram em 182%.

Em sua conta Jack Dorsey, promete postar mais imagens legais e históricas sobre a solução, acompanhe on-line para juntos comemorarmos no dia  21/Março os 5 anos de Twitter.

Gestão de Crises nas mídias sociais (Palestra de Martha Gabriel na Anhembi Morumbí)

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Nessa quinta-feira, 24 de fevereiro, cerca de 700 pessoas puderam acompanhar a exposição da professora Martha Gabriel sobre Gestão de Crises neste ambiente das Mídias Sociais.

Como “Crise” foi definida como qualquer situação que ameace causar danos a uma entidade, seus stakeholders, colaboradores ou o público geral, sendo possível separá-las em dois tipos:  Evento ou de Informação, para ilustrar o primeiro tipo ela  falou do Case da US Airways, o avião que caiu sobre o rio Hudson. A foto do avião sobre as águas do rio foi a mais tuitada de todos os tempos.

A solução para uma crise de evento é mostrar que o fato não irá se repetir e trabalhar a mudança da imagem negativa nas mídias.

Já numa crise de Informação, sabemos que o tempo necessário para uma notícia se espalhar pelo mundo digitalizado é dois minutos, e uma opinião mal colocada em um perfil de Twitter de uma empresa pode ter grande impacto, como case deste tipo de crise, a palestrante citou o Vodafone UK SAC 2009, onde algum funcionário descontente usou o perfil da empresa para falar palavrões, cabendo a empresa assumir o erro, se desculpando prontamente, adotando a melhor atitude nesse tipo de crise.

Em momento de crise de informação, nunca finja que o fato não aconteceu, peça desculpa e assuma o fato. É preciso lembrar que “as pessoas esquecem, mas a internet não”, está acaba atuando como uma memória permanente dos fatos e eventos ocorridos.

Nas mídias sociais, as crises de evento tornaram-se mais visíveis e as crises informacionais, tornaram-se mais prováveis de acontecer e de ganhar visibilidade. Estando ou não nas plataformas das novas mídias você será falado, seja por um cliente, funcionário ou alguém que nem conhece sua marca/empresa, mas que poderá falar mal tanto da marca como de seus produtos e serviços.

A descontextualização dos fatos e a fragmentação das informações favorece mal entendidos, e se a empresa não estiver já preparada para contornar crises, e gerenciar riscos, será mais difícil para ela se adaptar a esse ambiente.

Como as mídias sociais afetam uma crise?

Negativamente elas aumentaram a freqüência de respostas, o que conta agora é a velocidade, deve-se evitar o vácuo informacional, o alcance agora é global, aumentou a visibilidade, qualquer problema é facilmente visto por milhares de pessoas e para permanecer nas mídias tornou-se indispensável ter uma estratégia de SEO (Link para a WIKI).

Mas também existem pontos positivos, já que podemos mensurar o impacto, avaliar e buscar uma melhora em tempo real, e o diálogo com o cliente tornou-se contínuo e a duração da atenção numa crise diminuiu, pois em pouco tempo outra toma o lugar.

Blindagem contra crises:

Sabendo que todos passaremos por algum tipo de crise, a saída é estar preparado, conhecer os telhados de vidro, (re)conhecer nossos laços fortes, aqueles que nos defenderão ou atacarão ferozmente em momento delicado, identificar os influenciadores, aonde estão os hubs de cada área e ter uma boa estratégia de conteúdo, com textos, vídeos, recomendações em vários canais, mostrando a seriedade e a especialização de sua empresa.

Martha enfatizou que o profissional responsável por controlar as crises é o Relações Públicas, que junto ao alto escalão da empresa tomará as decisões cabíveis para cada tipo de problema.

Para conhecer  os Slides da apresentação, clique aqui.

Os números impressionantes da internet no Brasil e no Mundo (Jan/11)

Já falamos em post anterior sobre os números crescentes do eCommerce no Brasil e no mundo, claro que este crescimento veio acompanhado de uma grande inclusão de usuários.ITU_LOGO

O número de pessoas usando a internet, é de 1,97 bilhão (14% a mais que em 2009), segundo informou a União Internacional de Telecomunicações (UIT). A Ásia é o continente com maior número de internautas (825 milhões), seguida da Europa (475 milhões), América do Norte (266 milhões) e América Latina e Caribe (204 milhões). As regiões com menos internautas são África (110 milhões), Oriente Médio (63 milhões) e Oceania (21 milhões).

Em 2010, o total de nomes de domínios.com chegou a 88,8 milhões; endereços .net somam 13,2 milhões e os .org são 8,6 milhões.

Dos 226 milhões de novos usuários de Internet de 2010, 162 milhões estão nos países em desenvolvimento, onde o ritmo de crescimento é mais elevado, e a necessidade da banda larga é essêncial.

“A banda larga será o próximo ponto de inflexão, a próxima tecnologia verdadeiramente transformadora”, disse Hamadoun Touré, secretário geral da UIT, que mostra a Web como ferramenta importante na geração de empregos e para o crescimento e produtividade econômica de longo prazo.

Sobre o acesso, verifica-se que existem grandes diferenças de região a região; na Europa  65% da população está online, contra 55% nas Américas, 21,9 % na região Ásia/Pacífico e de apenas 9,6 %  na África.

Nos países em desenvolvimento o ambiente de escolas, empresas e locais públicos é essencial para o acesso à rede, onde apenas 13,5 % da população dispõem de Internet em casa, ante 65% no mundo desenvolvido.

Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings, o ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais.

A decisão do consumidor nas mídias sociais

O marketing bebeu durante anos na metáfora do Funil, onde a decisão do consumidor passava pelo “enxugamento” de opções da boca do funil até a decisão de compra propriamente dita.

Tal conceito levou ao uso de técnicas de push marketing, onde o consumidor é abordado pelas ações de divulgação em diversos pontos de contato, levando-o numa trajetória que a partir da apresentação do produto/marca, o leva a considerar e finalmente decidir pela compra.

Funil de Vendas Tradicional

Funil de Vendas Tradicional

Nesse caso, após a compra, a relação marca/consumidor tem como foco o uso do produto ou serviço.

Mas a tecnologia está mudando esse tipo de relação, através de novos canais fora do controle de fabricantes e comerciantes, pois atualmente o indivíduo após a compra continua se relacionando com a marca através das mídias sociais.

Para o marketing digital o importante é compreender os novos caminhos do processo de decisão de compras, onde o consumidor se vê muito influenciado por experiências próprias e de terceiros, fazendo com que o Uso, Elogio e Vínculo das marcas e produtos, muitas vezes ignorados nas estratégias de marketing tradicionais, seja materia prima útil na construção do seu relacionamento com o mercado.

Outro fator relevante é o processo de gestão de mídias, que usualmente se preocupa somente com os meios pagos, ignorando o poder da marca como mídia ( leia + sobre Owned Media no Mashable) através de sites, blogs e afins, além da “mídia ganha” como em comunidades de fãs, testes de uso, fotos, vídeos e resenhas on-line de consumidores e blogueiros.

O uso das “novas mídias” deve levar o marketing a cumprir funções inovadoras, usando o meio para obter informações sobre o cliente ( não para vender), aproveitando sua velocidade e alcance, além de seguir com atenção as “regras” tácitas do diálogo e interação com os usuários no dia a dia.

Confiram o gráfico do processo de tomada de decisão do consumidor na era digital e vejam como o vínculo entre a marca e o consumidor entrou em um novo ciclo, onde o marketing deve buscar seu engajamento passo a passo e de forma natural, se inserindo no Looping da Fidelidade com a marca.

Consumidor moderno

Versão de Skype para Android

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O novo software permite aos usuários de Android realizarem chamadas gratuitas entre aqueles que também possuem Skype, ou a custos reduzidos para números  fixos ou celulares, quando conectados à Internet pelo Wi-Fi, 2G (EDGE/GPRS), 3G ou WiMax.

A novidade foi apresentada dia 5 de outubro, no blog do Skype, onde há a informação de que o aplicativo já pode ser baixado do Android Market ou da versão mobile do seu site, o skype.com/m.

O blog  explica que o software foi concebido para telefones com processadores com velocidade de 600 MHz, ou superior, e resoluções de 480×320, 800×480 ou 854×480, isto é, para Android OS 2.1 ou superior.

O Skype 1.0.0.538 para Android está disponível em 17 idiomas, entre eles o português (do Brasil), inglês, francês, alemão, japonês e chinês, por exemplo. A aplicação conta com funcionalidades como a sincronização dos contatos daqueles que já usam a versão para PC e, tal como na plataforma para desktop, inclui diversos tipos
de notificações: tentativas de contato (voz e chat), chamadas não atendidas, novos contatos, falta de saldo ou mesmo datas de aniversários.

Caso o usuário de Android ainda não possua conta no Skype, pode criar uma em alguns minutos.

O que seus Gadgets dizem sobre você…

gadgetsUma pesquisa da empresa Retrevo, que contou com 7.500 participantes, constatou que existem grandes diferenças no perfil dos usuários de Smartphones, e essas não estão só no comportamento. Como exemplo destacamos a idade dos usuários, os que preferem o telefone da Apple tem em média 38,7 anos de idade, comparativamente aos 39,3 dos utilizadores da plataforma da Google e aos 41,1 do  sistema da RIM.

O relatório, conhecido com Gadgets Census, também indica que os utilizadores de terminais com Android são mais tech-savvy que os demais, isto quer dizer, entendem muito de tecnologia e buscam sempre conhecer mais, além de muitos terem netbooks e estarem propensos a usar o smartphone como GPS, mas menos dispostos a usá-los como leitor de ebooks. Em casa, são aqueles que menos têm telefone fixo.

Os proprietários do BlackBerry não ligam muito para questões da moda, ouvem mais rádio e estão menos propensos a fazer compras com os seus celulares, em compensação são os que mais leem  emails e notícias online.

De acordo com o site, 49,4 por cento dos donos de um iPhone têm pelo menos um Mac, e nos lares onde o MacOS é o sistema operativo por excelência a possibilidade de adquirir iPhones é 3 vezes superior aos demais usuários (para iPads é 6 vezes maior).

O report ainda diz que usuários de Mac raramente retornam ao mundo do PC e os maníacos por iPhone tendem também a fazer mais compras e ver mais televisão online que os demais.

O trabalho, que durou de março a julho de 2010, conclui que apesar de todos necessitarem da internet móvel, para cada gadget existe um perfil diferente de usuário, com necessidades e comportamentos únicos.

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