E-Mail marketing pela manhã tem o maior Open Rate e o menor Click-Through

email-marketing-open-rate

Email Marketing direcionado

Campanhas de e-mail marketing executadas pela parte da manhã possuem taxas de abertura (open rate) superiores quando comparadas aquelas registradas nos demais turnos, segundo um relatório apresentado pela Informz, o qual analisou 600 milhões de e-mails enviados por mais de 700 grandes e médias empresas localizadas nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, e Reino Unido.

Neste contexto, e-mails enviados durante período da manhã apresentaram uma taxa média de abertura de 39,2%, à frente daqueles enviados ao meio-dia (33,9%), no final da tarde (32,1%) e à noite (32%). Por outro lado, campanhas matutinas possuem a menor taxa média de cliques (16,5%), atrás daquelas enviadas à noite (18,6%), ao meio-dia (19,7%) e no final da tarde (21%).

Estes números vão contra os resultados de uma pesquisa realizada em setembro de 2011 pela Pure360 (Clique aqui para ler), que apontou o melhor momento para enviar campanhas de e-mail marketing  entre 7 e 10:00 da manhã.

Desempenho entre os dias da semana variam pouco

Dados do estudo 2012 Association Email Marketing Benchmark Report ainda mostram que as taxas de abertura de e-mails e de cliques não variam significativamente de acordo com o dia da semana. A taxa média de abertura varia de 32,77% verificado às terças-feiras para uma alta de 35,19% encontrado nas sextas-feiras, enquanto a taxa média de cliques apresentou desempenho inferior de 18,52% às segundas-feiras e uma elevação de 19,85% na quarta-feira. O relatório observa que a taxa de entregabilidade não varia conforme o dia.

No geral, a taxa de entrega foi de 98,28%, de abertura 34,33%, de clique 19,49% e de unsubscribe (descadastramento) 0,052%.

Frases curtas de assunto apresentam o melhor Open Rate

O estudo também descobriu que o tamanho da frase escolhida para o campo de assunto (subject) resulta em aumento significativo em relação à taxa de abertura. Frases com menos de 10 caracteres apresentam taxa média de abertura de 58%, 38% superior quando comparado ao open rate médio de frases com 50-59 caracteres (42%). Neste sentido, a taxa média de abertura de frases com 10 a 50 caracteres foi de 35%, diminuindo para 31% entre aquelas com 60-69 caracteres e 28% para frases com 70 ou mais caracteres.

Computadores desktop lideram taxas de abertura e de cliques

Inscritos em listas de e-mails marketing que abrem e-mails em computadores desktop apresentam taxas de abertura (51% vs 46%) e de cliques (15% vs 5%) maiores quando comparado aos que fazem o mesmo em dispositivos portáteis. Os dados são próximos de outro estudo realizado em 2011 pela Knotice (Clique aqui para ler), o que mostra que embora os usuários estejam lendo mais e-mails em aparelhos móveis, ainda estão interagindo pouco.

Redes sociais como canais de marketing digital

midias sociais e marketing

Marketing e Mídias Sociais

A ideia de usar as redes sociais como ferramentas de marketing digital ganha cada vez mais adeptos. Essa tem sido a máxima da maioria das empresas que procuram criar estratégias de marketing nas redes sociais para alcançar novos clientes e fornecedores ou mesmo fidelizar os antigos. Essa ferramenta permite que os empreendedores consigam descobrir o que o seu público-alvo deseja e também o que os consumidores pensam sobre os serviços e produtos oferecidos. Mas construir um verdadeiro relacionamento on-line não é uma atividade simples. Para atingir o sucesso é preciso entender que redes como Facebook, Twitter, Orkut, YouTube e Myspace são plataformas novas de negócio e merecem a devida atenção e cuidado.

A revista Inc elaborou algumas dicas para que você, empreendedor, saiba como usar as redes sociais para impulsionar o negócio e aumentar os lucros.

Os clientes devem conhecer o novo canal de comunicação

O primeiro passo para que clientes e fornecedores interajam com a página da empresa nas redes sociais é fazer uma publicidade em mídias tradicionais ou por meio do boca a boca, para que o público-alvo do negócio conheça os novos canais de comunicação da marca. A primeira etapa do marketing em redes sociais envolve também o marketing convencional. Oferecer múltiplas plataformas de interação permite ao usuário escolher aquela em que se sente mais confortável para se comunicar com o negócio. Isso aumenta a probabilidade de ele se conectar com frequência à página da marca.

Envolva o seu público na rede

As páginas empresariais nas redes sociais devem servir para criar um diálogo entre o negócio e o seu público-alvo. Isso permite uma interação e aproximação entre as partes. Para que esse envolvimento seja bem-sucedido, é interessante descobrir o perfil dessa comunidade na rede e como os seus membros querem se comunicar.

Realize promoções nas redes sociais

O marketing nas redes sociais fortalece as ações de marketing convencional do seu negócio. Realizar promoções exclusivas nesse canal permite aos seguidores da marca conhecer os produtos e descontos oferecidos pela empresa. Ao utilizar esse veículo como estratégia promocional, a empresa também estará economizando o montante que gastaria com anúncios tradicionais.

Tenha uma rotina nas atualizações

As plataformas de comunicação social devem fidelizar os seus seguidores. Para isso, é importante que as empresas possuam uma rotina de horários para a atualização dos posts. Manter os fãs e seguidores do negócio cientes do que está sendo lançado no mercado é fundamenal para que eles estejam em contato permanente com a sua marca.

A ideia de usar as redes sociais como ferramentas de marketing digital ganha cada vez mais adeptos. Essa tem sido a máxima da maioria das empresas que procuram criar estratégias de marketing nas redes sociais para alcançar novos clientes e fornecedores ou mesmo fidelizar os antigos. Essa ferramenta permite que os empreendedores consigam descobrir o que o seu público-alvo deseja e também o que os consumidores pensam sobre os serviços e produtos oferecidos. Mas construir um verdadeiro relacionamento on-line não é uma atividade simples. Para atingir o sucesso é preciso entender que redes como Facebook, Twitter, Orkut, YouTube e Myspace são plataformas novas de negócio e merecem a devida atenção e cuidado.
A revista Inc elaborou algumas dicas para que você, empreendedor, saiba como usar as redes sociais para impulsionar o negócio e aumentar os lucros.
Os clientes devem conhecer o novo canal de comunicação
O primeiro passo para que clientes e fornecedores interajam com a página da empresa nas redes sociais é fazer uma publicidade em mídias tradicionais ou por meio do boca a boca, para que o público-alvo do negócio conheça os novos canais de comunicação da marca. A primeira etapa do marketing em redes sociais envolve também o marketing convencional. Oferecer múltiplas plataformas de interação permite ao usuário escolher aquela em que se sente mais confortável para se comunicar com o negócio. Isso aumenta a probabilidade de ele se conectar com frequência à página da marca.
Envolva o seu público na rede
As páginas empresariais nas redes sociais devem servir para criar um diálogo entre o negócio e o seu público-alvo. Isso permite uma interação e aproximação entre as partes. Para que esse envolvimento seja bem-sucedido, é interessante descobrir o perfil dessa comunidade na rede e como os seus membros querem se comunicar.
Realize promoções nas redes sociais
O marketing nas redes sociais fortalece as ações de marketing convencional do seu negócio. Realizar promoções exclusivas nesse canal permite aos seguidores da marca conhecer os produtos e descontos oferecidos pela empresa. Ao utilizar esse veículo como estratégia promocional, a empresa também estará economizando o montante que gastaria com anúncios tradicionais.
Tenha uma rotina nas atualizações
As plataformas de comunicação social devem fidelizar os seus seguidores. Para isso, é importante que as empresas possuam uma rotina de horários para a atualização dos posts. Manter os fãs e seguidores do negócio cientes do que está sendo lançado no mercado é fundamenal para que eles estejam em contato permanente com a sua marca

E-mail marketing e o sonho da comunicação multicanal

tecnologia-geracao-y-tendenciaA geração Y – mas não só ela – se destaca por suas habilidades multitarefas. Hoje, mais do que nunca, é necessário coordenar a realização simultânea de atividades diferentes e dividir a atenção entre os sites, o e-mail, as redes sociais, os chats, o jornal, a televisão, o celular, os vídeos, os livros, o MP3, o tablet, o e-reader e tantas outras plataformas. “Tudo ao mesmo tempo agora” são as palavras de ordem de quem pretende viver em sintonia com essa nova realidade.

Mas, nesse cenário, não apenas as tarefas ganham o prefixo “multi”. A comunicação, para funcionar, também precisa ser multicanal e transitar pelas diferentes plataformas que atraem os consumidores – será impossível construir uma marca forte sem esse importante atributo. O consumidor já sabe muito bem o que quer e não tem tempo a perder em busca de novidades sobre suas marcas preferidas. Se quiserem fidelizar o cliente, são elas, as marcas, que devem fazer todos os esforços para dialogar com o consumidor onde quer que ele esteja – seja no e-mail, seja no celular, no Facebook ou em qualquer outro lugar.

Portanto, mesmo diante de tantas opções, perde pontos quem decreta a morte do e-mail marketing e se apressa em apontá-lo como uma forma antiquada de interação. Na verdade, poucas ferramentas são tão valiosas quanto o e-mail marketing para ajudar a concretizar o sonho da comunicação multicanal. Afinal, ele ajuda a conhecer e estabelecer um relacionamento sólido com a base de consumidores, sendo uma ferramenta capaz de agregar e direcionar a comunicação para diferentes focos: sites, SMS, redes sociais etc. Além disso, o e-mail marketing permite às empresas conhecer melhor o seu público-alvo, o que ajuda a prever e antecipar comportamentos e impulsiona o sucesso de abordagens diretas e indiretas.

Para ter uma ideia do potencial do e-mail marketing, basta lembrar que nada menos que 10,97% dos grandes varejistas dos Estados Unidos têm o tráfego em seu site gerado via e-mail marketing. No mundo todo, os gastos com campanhas de e-mail marketing devem saltar dos US$ 1,3 bilhão registrados em 2010 para US$ 2 bilhões em 2014, segundo dados da consultoria Forrester Research. O segmento de varejo e e-commerce são os que mais conseguem relevância e engajamento em e-mail marketing automático (64%), de acordo com o relatório 2012 Email Marketing Benchmark Report, da consultoria MarketingSherpa.

Pessoas que compram depois de receber um e-mail de carrinho abandonado gastam mais de 55% do que aqueles que compram imediatamente, de acordo com pesquisa SeeWhy Research 2011 da consultoria SeeWhy. Sabe-se também que e-mails de carrinho abandonado possuem uma receita 20% maior do que os e-mails marketing de oferta padrão.

Em tempos de comunicação multicanal, o e-mail marketing emerge como um agente importante para “gerenciar” o relacionamento entre as empresas e seu público-alvo e facilitar a continuidade do diálogo em diferentes plataformas. Mas é importante que a comunicação não se restrinja ao e-mail e seja capaz de fluir por diferentes plataformas: Facebook, SMS, Twitter etc. Isso assegura a divulgação de uma mensagem única, integrada, em todos os canais acessados pelos consumidores, e multiplica a chance de sucesso e conversão em vendas das ações.

De acordo com o relatório da MarketingSherpa, 51% das empresas realiza personalização do e-mail marketing. Apesar disso, apenas 24% das empresas envia e-mail de acordo com as preferências do usuário.

Portanto, ao delinear suas estratégias de comunicação, esqueça a velha tendência de pensar cada ferramental como um canal único, isolado. Para ser bem-sucedida, a mensagem precisa chegar ao consumidor por diferentes mecanismos, e as ações de e-mail marketing contribuem muito para isso.

Base opt-in: sua empresa também pode ter uma

Para obter taxas de conversão realmente boas de uma campanha de e-mail marketing é preciso primeiro escolher bem o público com quem vai falar. Ele deve ser segmentado e ter interesse nos produtos da empresa. Mas é nesse ponto crucial da elaboração da estratégia que mora o principal erro dos empresários.

email-marketing-opt-in

Ter uma base autorizada (o famoso opt-in) de possíveis compradores é imprescindível para conquistar bons resultados por meio do e-mail marketing. Manter-se próximo ao cliente é a principal dica para quem ambiciona aumentar o número de cadastros recebidos em sua loja virtual.

Nesse momento a empresa tem duas opções: ações ativas e receptivas. Respectivamente, elas podem ser executadas com campanhas de comunicação integradas pelas redes sociais, links patrocinados, marketing de afiliados e utilizar esses mesmos canais para colher uma quantidade expressiva de cadastros, como o uso de e-mails promocionais. Solicitar o cadastro e oferecer um desconto significativo já na primeira compra é um dos métodos mais utilizados e positivos, para ambos os lados.

Campanhas assertivas, potencializam os resultados do e-commerce e o e-mail marketing contribui, por ser um dos meios em que é possível computar os melhores retornos. O e-mail marketing ainda é uma das ações que mais revertem em vendas no comércio eletrônico.

Manutenção da base de cadastrados

Após receber a solicitação de cadastro, vem uma nova preocupação: como manter a base interessada, evitar o cancelamento da assinatura de recebimento do e-mail e até fugir do lixo eletrônico? Classifique os grupos de preferências, qualifique e os mantenha informados apenas sobre promoções e assuntos que de fato sejam pertinentes. Não dá para enviar um e-mail marketing voltado para mães para adolescentes. Parece óbvio, mas isso ainda acontece. Outra necessidade é manter as informações atrativas.

O serviço de disparo do e-mail marketing também é eficaz para encurtar o caminho na construção da base opt-in. Com a contratação de uma empresa especializada, é possível selecionar o público que pretende impactar com a campanha de envio de e-mails.  Seu funcionamento é simples, você seleciona o perfil (região, idade, sexo, interesses), produz a peça e agenda o envio. A empresa contratada realiza o disparo (por quantas vezes contratar) e retorna com o relatório de envio, mas não há o acesso à base de dados. O serviço é eficaz e bem cobrado.

Cresce 113% o volume de transações no MercadoPago em 2011

A unidade de pagamentos on-line do MercadoLivre reportou nesta segunda-feira crescimento de 113% no volume de transações, saltando de 6,7 milhões em 2010 para 14,3 milhões em 2011.

A receita somou 1,312 bilhão de dólares em 2011, o que representa uma elevação de 88% quando comparado aos 698 milhões de dólares apurados no ano anterior. Os dados consideram os seis países onde MercadoPago tem operação (Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia e Venezuela).

Para Marcelo Coelho, diretor do MercadoPago no Brasil, inovações como a ferramenta de cobrança através de redes sociais e a implementação do LightBox, foram alguns dos grandes reesposáveis pelos bons resultados apresentados pela empresa.

“Os resultados estão alinhados com as expectativas da empresa e são resultado das inovações e parcerias que reforçaram a presença da plataforma no ambiente online, oferecendo cada vez mais segurança e rapidez para os pagamentos na internet”, conta.

A eComm é parceira do MercadoPago. Quer saber como ter uma loja virtual com o MercadoPago? Entre em contato com a eComm!!

O comportamento do Social_Consumer e a revolução dos dados

social_consumerMuito já foi falado sobre a importância de se conhecer o comportamento de compra do consumidor, mas quando tratamos de comércio eletrônico em tempos de mídias sociais isso se  torna cada vez mais crucial.

Cresce o uso de ferramentas de inteligência para identificar perfis e antever os processos que levarão o cliente a comprar determinados produtos. Mais importante do que simplesmente mensurar resultados, acompanhar clicks ou mesmo saber o ROI de cada ação na web é o estudo aprofundado dos dados para aprimorar e adequar ofertas de produtos de acordo com o desejo e o momento do consumidor. E nada melhor do que o mundo digital para permitir isso.

Algumas empresas se utilizam de táticas simples que “perguntam” ao internauta, de forma lúdica, o que ele prefere dentre algumas alternativas que lhe são apresentadas  e ao final você recebe um feed back automático, como por exemplo, “você é uma pessoa bem sucedida e de estilo clássico” e a partir daí, com o seu consentimento, passará a receber diretamente, via email, ofertas direcionadas ao seu perfil, na freqüência indicada. Isso acaba com o bombardeio de spams que ainda sofremos, principalmente na era das compras coletivas não segmentadas.

É a revolução dos dados e a empresa mestre nesse assunto ainda é, sem dúvida, a Amazon, cujo responsável pela estratégia de análise de dados dizia que temos que separar o que é “treasure” do que  é “trash” nessa era de obesidade de informações.  A regra sempre foi dar suporte aos consumidores em suas decisões de compra, já dizia o fundador Jeff Bezos. No Brasil há alguns casos de empresas que tem procurado colocar em prática de forma eficiente esse aprendizado.

Ajudar as pessoas a comprar, baseando-se na experiência passada de compra, já é aplicado por muitas empresas, agora, em tempos de ampla utilização das mídias sociais temos que ir além, buscando prever futuras aquisições e desejos, identificando através do comportamento do Shopper online, das pesquisas realizadas, dos questionamentos, da procura por recomendações e dicas de outros internautas, etc.

Temos que usar o “Social Data”, pois as pessoas acreditam nas recomendações da sua rede de contatos, bem como têm interesse em contribuir, em compartilhar e até mesmo em responder pesquisas pós-compra de determinado produto ou serviço, seja por um interesse próprio, quem sabe, em receber algum tipo de “bônus” da empresa que está solicitando a sua opinião, seja porque gostaria de ver aprimorado um produto ou serviço que costuma utilizar. Utilizando um exemplo na área de turismo, o cliente poderá responder a um questionário enviado pelo hotel no qual se hospedou recentemente, desde que perceba o genuíno interesse da rede em melhorar seus serviços. Não importa qual a motivação desse cliente, o que importa é o fato de se dispor a interagir. Por isso a empresa deverá ter uma postura muito transparente com relação ao processo, informando como os dados serão, ou não, utilizados, se serão, ou não, compartilhados, etc.

Outro exemplo que demonstra como as pessoas simplesmente desejam compartilhar experiências é o fenômeno do video hauling, em que consumidores desembalam produtos recém adquiridos na frente da câmera do computador e vão fazendo comentários sobre quais foram suas decisões, suas impressões sobre o preço, o produto, etc. E embora isso pareça um pouco “bobinho”, há hoje algumas verdadeiras estrelas do vídeo hauling, que podem influenciar muitos consumidores, como uma garota americana de 18 anos (veja juicystar07) que tem mais de 130 milhões de views e mais de 700 mil pessoas que assinam o seu canal no youtube.

Com isso a pergunta que não quer calar é “você e sua empresa estão preparados para o comportamento desse novo consumidor, o Social_Consumer?”

92% das vendas de m-commerce têm como origem um dispositivo da Apple

O total transacionado por dispositivos portáteis deve chegar a 31 bilhões de dólares nos próximos quatro anos, segundo uma estimativa do Gartner. Com a proliferação de smartphones e à crescente integração da tecnologia NFC e outras opções de pagamento, o mobile commerce deve continuar a crescer, segundo um infográfico divulgado recentemente pela Hybris.

m-commerce ipad

Segundo o estudo, os aparelhos móveis da Apple têm desempenhado um papel determinante no crescimento do comércio móvel, com 92% das vendas do gênero sendo realizadas através de um iPad, iPhone ou iPod touch.

No entanto, aplicativos de m-commerce estão se tornando cada vez mais importantes no avanço deste comércio. A pesquisa descobriu que 43% dos consumidores baixaram alguma aplicação deste tipo. Como exemplo, Hybris cita o Amazon Price, um app lançado em novembro do ano passado que permite os consumidores analisar preços, ver fotos e pesquisar produtos varejistas e compará-los às ofertas da Amazon.com.

O uso de códigos QR também está ganhando força. O número de consumidores que adicionou o recurso de digitalização destes códigos em seu smartphone cresceu 938% no primeiro trimestre de 2011, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

O estudo também revelou que os consumidores móveis estão cada vez disposto a compartilhar dados pessoais com comerciantes em prol de uma melhor experiência de compra, com dois terços dos compradores afirmando que irão compartilhar informações com empresas para personalizar a sua experiência de compra.

O e-mail marketing e seus desafios para 2012

O constante crescimento da venda de telefones celulares, tablets com acesso a internet fez com que a ferramenta do e-mail marketing permanecesse como uma das melhores e mais baratas formas de divulgação de digital de produtos e serviços.  Porem, coincidentemente neste momento, estamos enfrentando uma enxurrada de e-mails diários que estão acabando por criar um novo “alvo” para o e-mail marketing correto e direcionado. Um artigo hoje muito luxuoso, que se chama “a atenção do seu consumidor” é disputado a todo custo. Daqui para a frente os critérios para envio de campanhas deverá ser revisto e os anunciantes deverão estar dispostos a inovar em suas ações. Para que o ano de 2012 comece bem para você, usuário do e-mail marketing, tome estes como seus desafios básicos:

Uma base de dados bem trabalhada

Hoje, termos como “base de dados higienizada”, “política de opt-in” e “concordância com as boas práticas de e-mail marketing”, se tornaram “jargões” conhecidíssimos no mercado. Todas as empresas detentoras de plataformas de e-mail marketing colocam estes itens em seu discurso e até em contratos. Mesmo assim, o Brasil figura fechando o trio de ferro em termos de prática de SPAM junto com a China e Rússia. O que acontece quando se usa uma base de dados sem consistência? Você certamente vai deixar seu cliente irritado. E cliente irritado é sinal de baixa conversão. É claro que o código de Autorregulamentação e boas práticas de email marketing, fez com que os profissionais sérios de marketing repensassem suas estratégias.

O verdadeiro interesse: A CONVERSÃO

Mas, além de respeitar toda a parte “burocrática” da prática de email marketing, ainda existe o desafio de encantar o consumidor. Ele pode ter se cadastrado, mas, se a sua peça não for atraente visualmente, ou não possuir um atrativo interessante, como descontos, promoções e ou brindes, você vai ficar devendo no quesito conversão. Por isso, manter uma lista também segmentada pelo comportamento do seu consumidor é muito importante.

Vá até onde seu cliente está

Hoje o espaço na Web se tornou um dos mais concorridos. Com todas as tarefas, compromissos diários, você não pode adotar a postura passiva, aguardando que seu cliente chegue até você. Este conceito que era largamente utilizado no passado, sem a menor sombra de dúvida, precisa ser revisto. Para isso, pesquise, descubra onde seu cliente está. Pode ser nas mídias sociais (veja nosso artigo Onde está o cliente … Já procurou nas redes sociais?), onde você pode utilizar a plataforma eCMailing para disseminar suas campanhas também via Twitter e Facebook, faça também a integração com seus sistemas de gestão seja de e-commerce ou CRM/RP. Faça sua empresa presente na vida do seu cliente. Afinal, quem não é visto, acaba por não ser lembrado.

Quase 60% dos consumidores online pretendem gastar mais em 2012

O levantamento The State of Online Shopping 2012, realizado nos EUA, aponta também que o frete grátis atrai mais do que qualquer tipo de desconto.

Conduzida pela SteelHouse, a pesquisa The State of Online Shopping 2012 entrevistou 300 consumidores dos EUA para determinar a sua atitude em relação a compras on-line durante o ano de 2012. No geral, os consumidores parecem mais esperançosos com a economia dos EUA, com 49% alegando estarem otimistas em 2012. Já 24% dos entrevistados disseram estar menos otimistas sobre a economia e 28% não possuem nenhuma mudança em sua percepção. Como 58% dos entrevistados disseram que vão gastar mais dinheiro on-line em 2012, os varejistas devem se preparar para um aumento nas vendas pela internet.

“Com a popularização dos dispositivos móveis, os consumidores passam cada vez mais tempo conectados e dispostos a comprar. A internet facilita as pesquisas de preços, sendo um ponto obrigatório para quem quer pagar menos”, afirmaPedro Eugênio, CEO do Portal Busca Descontos, site que reúne cupons de descontos dos principais varejistas do Brasil e foi o responsável por trazer os conceitos da Black Friday e do Boxing Day ao e-commerce do país.

A pesquisa The State of Online Shopping 2012 mostra uma tendência ascendente em direção a gastar mais tempo e dinheiro em compras pela internet. Consumidores planejam adquirir as últimas tecnologias móveis, utilizando estes dispositivos cada vez mais populares para melhorarem sua experiência de compra online e aumentarem seus gastos.

Frete grátis é a oferta preferida pelos consumidores

Ao serem questionados sobre qual tipo de oferta influenciaria mais a realizar uma compra online, 18% optaram pelo frete-grátis; 13% por descontos oferecidos enquanto estão comprando; 11% por descontos em produtos que haviam procurado no passado e também 11% por liquidações. (Veja gráfico completo abaixo)

Frete gratis é o desconto preferido

52% dos usuários de Tablets pretendem gastar mais em 2012

As compras por meio de Tablets continuam a crescer. Cerca de 52% dos entrevistados que possuem tablets disseram que vão fazer mais compras online em 2012, e 46% disseram que vão comprar a mesma quantidade do ano passado. Ao todo, 98% dos portadores de tablets pretendem realizar compras online este ano.

Em comparação, as compras por celular parecem ter tido um crescimento um pouco mais lento em 2012. Apenas 37% dos entrevistados disseram que comprarão mais esse ano com seus smartphones. Já 56%, responderam que irão comprar com a mesma freqüência de 2011.

Eletrônicos no topo da lista de compras

Os eletrônicos são os produtos mais desejados pelos consumidores americanos em 2012. 44% dos entrevistados revelaram que pretendem gastar mais com esses itens. Gastos com vestuário e eletrodomésticos também podem subir, já que mais de 30% dos e-consumidores planejam gastar mais com essas categorias em 2012.

49% dos compradores sentem-se mais otimistas sobre a economia dos EUA em 2012

A maioria dos compradores sente-se otimista com a economia dos EUA em 2012 e planeja fazer mais compras on-line este ano. 58% dos entrevistados pretendem gastar mais dinheiro on-line e 38% planejam gastar o mesmo que em 2011. Uma boa notícia para os varejistas do e-commerce.

Desempenho do e-commerce no Brasil segundo o eMarketer

Este ano, a Economist Intelligence Unit prevê que o PIB do Brasil vai aumentar 3,3%, em comparação com 1,3% de crescimento nos EUA. Além disso, a empresa estima que o consumo privado vai aumentar 4,4%.

A crescente onda está beneficiando o comércio eletrônico. A consultoria eMarketer estima, para o Brasil, que o e-commerce B2C, incluindo comércio eletrônico de varejo e vendas de viagens online, totalizarão US$ 18,7 bilhões em 2012, crescimento de 21,9% sobre o ano anterior.

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O Brasil será responsável por mais da metade do total de vendas de comércio eletrônico B2C na América Latina até 2013, graças em grande parte à sua população enorme e crescente número de compradores online.

Em outubro de 2011, a previsão do eMarketer era que 34% dos usuários de internet no Brasil, ou 23,2 milhões de pessoas, iria fazer uma compra online em 2012.

Em 2015, 39,% dos usuários de internet, ou 31,6 milhões de pessoas, terá feito pelo menos uma compra on-line, impulsionando as vendas de 26,9 bilhões dólares naquele ano.

online buyers in brazil

A diversificação dos meios de pagamento está contribuindo para o sucesso do comércio eletrônico no Brasil. Um relatório de junho 2011 emitido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.BR) descobriu que os cartões de crédito continuam sendo o meio mais popular de pagamento online, usado por 63% dos compradores em 2010, mas os meios de pagamento off-line são cada vez mais comum. O estudo anual demonstrou que 37% dos compradores on-line em 2010 usaram “boletos bancários”, sendo que em 2009 foram 31%

Uma das maiores barreiras ao comércio eletrônico no Brasil é a segurança online, mas o sentimento do consumidor está mudando. De acordo com uma pesquisa, publicada em agosto 2011 pelo e-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (24ªedição do relatório WebShoppers), mais de 70% dos usuários de internet entrevistados sentiam que a segurança havia melhorado nos últimos dois anos.

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